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Crônicas-->Silêncio e lágrimas -- 04/02/2020 - 09:55 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

Silêncio e lágrimas

A esposa de um sargento criminoso das Azalagoas, para fazer sexo com o marido precisava usar lubrificante vaginal, para a dor dela e o gozo do militar fedorento. "Florzinha", uma senhorinha magrinha, gentil com a religiosidade da flor Mulher, na qual a vida com o relógio tempo, uniu ela a um militar numa época nefasta no periodo em que a ditadura militar, era a própria lei. "Florzinha" fora professora do ABC no interior das Azalagoas e revolucionou a palmatória usando o método da conversa com seus alunos, à semelhança de tantas guerreiras e heroínas como Nise da Silveira, psiquiatra alagoana renomada nacional e internacionalmente, que inovou a técnica do choque elétrico nos pacientes com a terapia ocupacional. "Florzinha" quando se dirigia para o lar tido lar, precisava tomar tranquilizantes para fazer sexo com o psicopata sargentão de estrelas e ordens. Seu útero não lubrificava, mas uma senhora da farmácia e amiga ao perceber o sofrimento de "Florzinha", receitou um creme para saciar o humananimal do regime militar que batia na mulher na hora do sexo com taras. "Florzinha" anda em pleno dia no interior de óculos escuros para esconder algumas manchas do selvagem e bruto marido militar. Ela se dedicou à igreja católica, como uma forma de válvula de escape e hoje tem uma fé em Maria Madalena pela história de Madalena que também teve seu general. "Florzinha", busca ser hospitaleira e acolher as dores de todas as mulheres que ainda hoje vivenciam não aqueles tempos históricos sombrios, mas vivem a história sombria do ser humano que se diz gente, senhor da razão sem sê-lo, pois sêlo de qualidade ou tarimbe para interagir com outro ser, não tem. Nem curva-se ao que lhe serviu como um meio de trazer-lhe ao mundo Terra, pois vive um sexismo de superioridade do macho alfa para disfarçar uma inferioridade que não quer se render.

Pedro Bidião

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