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Crônicas-->Mundo virtual do lá tido como diferente -- 26/01/2020 - 11:25 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

Mundo Virtual no  Pá do lá tido como diferença

O mundo virtual na dor redonda Caeté que sangra no quadrado da Quaresma, colocou Policarpo na Cruz de Malta. Oh,  Cruzeta Santa na papada do além no Poxim das Alagoas!  A Sardinha foi  devorada e a batizaram lá, com o uso da  pá da terra dos *Papa Bispo*. Bispo devorado pela ousadia de defender  nossos Índios dos *sanguinários invasores*. O Coelho Duarte Filho, rebento sanguinário, papou a  *Sardinha*. Papo aqui, papo acolá nas patadas do  pato, quem pagará o pato? O mundo digita a dor no PV do pá virtual. " Vai buscar Dalila!" Bahia de todos os *Santos* canta no carnaval *Salvador* " vai buscar Dalila que  levou cegamente Sansão ao Pilar apilador do templo desaba dor na bandeja Dalila.  A Boa Vista do  engenho de outrora, Ana Campos viveu dias na  rede, no alpendre e casa grande. Disse  ao major, na verdade açúcar do coroné: *Mulher não engana* mas *Quando engana não paga*", passa o dedo na língua e conta o tostão no chiado  rígidor das cordas da rede no balança dor. Ahhhh.... Galegas intenções pintaram um Brasil Bozo no bozó da imbecilidade no tabuleiro fedido.
Palmeira dos Índios de um *IMA* mergulhado na política militar dos partidos, partidos *" Ou estás comigo ou és meu inimigo*. Vejo o açude da cidade sendo aterrado, verde que te 
  te quero verde." Lava roupa todo dia, que agonia! " Numa Roma Caatingada de um César contemporâneo na vaselina morna, mata o *panteísmo* na terra dos xucurus do amém. Irmão na dor terra, onde a  fé deu a Deus dará. Adeus a Deus, verde.

Tenho morrido a cada instante e meu sangue Caeté grita em silêncio aos pés da Deusa Amazônica. 

Marcos Palmeira

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