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Crônicas-->O ser -- 22/12/2019 - 07:22 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

O ser


Sou um cão que amo flores... E lá mataram meu cão, levaram minha Rosa. Minha vida foi assim, amei uma Amara lá no sítio, quando pensara que Amara me amou, não era mais Amara. Os inquilinos de ouvidos quê, de mim tiraram Amara e sem Amara, saí num silêncio e pintei o cão do silêncio. Meu coração sangrou sem Amara de outrora. Parei de nutrir o menino, enxuguei as lágrimas e fui ser cão na carga do pai Herói.
Djavan descreveu bem” Só eu sei, as esquinas porque passei.”
Minha desgraça é a graça da família, então estou anestesiado de tal forma que nada sinto por eles.
Apenas carrego a genética e  isso posso trilhar no mesmo fim.
Meu pai e minha mãe são criaturas de um velho chamado Deus, barbado e pintando o papai Noel da exploração capitalista que me exploraram e me deram um chute aos 50 anos. Eu já com uma filha adolescente. Precisei sair sem destino. Andar sozinho numa estrada longa e aguardar a sorte só destino, pois a vida é uma escola. É onde a arte de aprender ainda vale a pena se VIVER.


Marcos  Palmeira

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