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Crônicas-->O Cordeiro isolado na Ceia do Senhor -- 25/11/2019 - 15:22 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

O Cordeiro Imolado na ceia do Senhor

Manhãs de sinos e badalos anunciando o Natal. O  comércio trabalhando o Ser Narciso na beleza das luzes do lindo olhar. Boca Rica cuspindo na quinta Avenida da feira de quinta categoria, aos fedidos pelo tempo. Dos senhores brancos, a dor marrom mas com o dia do abraço natalino é de  paz efêmera para alimentar a fé nos templos a Deus dará. Lei tão, companheiro do cordeiro Imolado, tem goela sangrada na desgraça viva para a graça no banquete do Senhor no cálice da boa morada. O teatro celebra a dor onde o vinho simbolizando o sangue e o pão o corpo, servem para justicar um salvador propagado na satisfação do propagador do verbo covarde de um tempo que freou a filosofia Cristo alimentando um Jesus e crucuficando um José filho do carpinteiro. Com isso,  alimentando as luzes dos pecados Romanos da política de Pilatos e dos Sarcedotes diante da grandeza Sol no só lá só mesquinho. A época no circo da ressurreição de um místico na ordem dos essênios, revela a grandeza de sua seita no deserto das ideias do batizador Batista. É Natal e amor à carne que sangra nas bandejas com cabeças vivas brindando o Messias fabricado no mundo consumista selvagem do fedido capitalismo Americanalhizado. É Natal! A dor é a mira do ano novo, no assa dor da fogueira da fé. O galo canta deixando a goela na faca no raiar da Aurora numa madrugada que doura a dor das manhãs Natalina nas esquinas das calçadas Metropolitanas de um Brasil que desce a ladeira sem freio e sem direção. Na contramão, a mão da transformação do Ser, pisa e segue na poeira o cozinha dor no fogo do só lá só no umbigo da fé.

Marcos Palmeira

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