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Cartas-->Premiação (*) -- 09/03/2012 - 14:51 (Benedito Pereira da Costa) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Premiação (*)


Prezado Souza, graças ao amigo Otávio pude saber seu endereço eletrônico. Parabéns pela homenagem de campeão de vendas! Que Deus o abençoe e permita receber muitas outras premiações!



Como você sabe, a festa é muito bonita. A homenagem fica no cérebro e no coração. Momento raro para alguns. Oportunidade para rever colegas de muitas décadas.



Se me permite, tento transcrever aqui um dos momentos mágicos que você proporcionou em sua passagem por nossa organização.



Era final de 2000. O Departamento (do qual Souza era chefe) crescia e precisava, pois, de mais espaço para alojar seus quase trinta empregados, muitos móveis, equipamentos e utensílios diversos. Pessoa trabalhadora e enérgica, com o apoio do colega Divino, aproveita o intervalo do almoço para reorganizar o ambiente (quase 300m²), obtendo, assim, mais espaço e melhores acomodações.



Eu só voltaria após as 14 horas. Tinha algumas atividades extras além de ter de almoçar. Não demoro. Lembro-me que eram 14:10h no máximo quando chego. De imediato, o chefe, que havia disposto tudo de maneira racional e eficaz, me pergunta:



 E aí, Benedito, que acha do novo "lay-out"?



Respondi:



 Nas condições em que encontro, basta uma cadeira para eu me sentar num cantinho. Contento-me e agradeço.



O colegaDivino, que ouviu pergunta e resposta, disse:



 Não, Souza. Comigo não é assim. Se o Benedito quer uma cadeira para se sentar, é problema de gosto dele. Isso é pessoal. Nada tenho contra. Comigo, todavia, as coisas funcionam diferentemente.



Preocupado, Souza interroga:



 Por que, Divino? O que posso fazer para melhorar a situação? Você está descontente com o quê? O que houve?



Divino, com ar solene e fingindo estar muito desgostoso, sentencia:



 No meu caso, a única coisa que não posso perder é este emprego numa das maiores empresas do País. O resto é o resto. Pouco me importa se terei de ficar de pé, de cócoras, de joelho ou até escorado. O que me preocupa é manter o trabalho.



Lógico, todos rimos bastante e pudemos, mais uma vez, descontrair-nos com pessoas tão cativantes e espirituosas que a vida põe em nosso caminho.



Termino por aqui, Souza, no aguardo de notícias e na esperança de que compareça à solenidade.



Com a estima e o abraço do

Benedito


* Brasília, DF, 08/03/2012.






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