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Crônicas-->Bicho, se vira! -- 01/11/2019 - 08:59 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Se vira, bicho! A insensibilidade humana do ser humananimal de cá leva tombos. Provoca vômitos na dor irreparável da saudade no peito ardido de uma ritimia constante. Olho cego e ouvidos acenando nas ações de Zé bonzinho, "o Cordeiro da fina flor da falsidade." "Zé bonzinho" dos " eus" dele, respira o ar alheio, mas contando nos dedos o quinhão de dores de outrora. Esse tal lobo manhoso, a cada final de mês bate na porta do quarto sem deixar o sol nascer no ofício de agiota para pegar o cartão do INSS de uma aposentada, driblando o câncer sem saber, e seus olhos quando fecham, o assentir da filha já escuta o som da máquina registradora. "Zé Bonzinho" é um ser que faz contas dormindo. A vida ensina a todos, mas a ignorância de "Zé bonzinho" cegou e colocou uma venda nos olhos. Manhoso e atormentador, "Zé bonzinho" é daqueles tipos de filho que tem que ser homem. Quando nasceu um filho macho, houve festa na rua com os amigos enquanto a filha mulher era como se fosse um atraso. Daí, "Zé bonzinho" explorarava as Marias: a Maria sogra, a Maria mulher e a Maria filha. A natureza tem trabalhado o dia D para "Zé, o bonzinho" dele. A cada dia "Zé bonzinho" tem se aproximado de seus lobos que se identificam e adormecido, esquece da beleza que endurece o coração pelas ações do "Madruga dor Zé Bonzinho", o manhoso do final do mês. Parece aqueles profissionais pedintes que alugam o ponto na porta da fé da miséria rogando misericórdia e o banco acumulando seus quinhões. "Zé Bonzinho", é o amante do dinheiro e ao dinheiro, ovaciona deixando de lado sua limitada e transitória existência, mitigando toda a ação que uma boa essência pode fazer junto à poesia, uma vida suportável. Marcos Palmeira
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