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Crônicas-->Entre Mendigos e Flanelinhas -- 18/10/2019 - 12:48 (Marcelo de Oliveira Souza,IWA Instagram:marceloescritor) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

Entre Mendigos e Flanelinhas

 

Uma realidade gritante no nosso Brasil é a questão dos moradores de rua, eles estão multiplicando-se em todos os lugares, sobretudo nas grandes cidades como aqui em Salvador, quando chega o Natal então, vem mendigo de toda região, para “habitar” os principais lugares de nossa capital.

Eles estão em todos os lugares, são de todos os tipos, tem uns que nem precisam de dinheiro, eles vêm mesmo por necessidade psicológica.

Um deles que eu conheci,  vem para a Baixa dos Sapateiros todo arrumado, de manhã, depois as pessoas do seu meio, vão tirando cada peça de roupa e dinheiro, onde aos poucos vai se transformando num deles de fato. Todos os dias é assim, a família não sabe mais o que fazer.

Mas a questão da mendicância é muito grave, ali  mesmo no Dique do Tororó,  tomaram a região perto da Fonte Nova,  bem com na ladeira do Pelourinho, precisamos  urgentemente de uma política voltada para essas pessoas.

Enquanto ela não vem, eles já deram o seu jeito, para não ficar na mendicância, agora se travestiram de “flanelinhas”, como os da praça Almeida Couto, eles vivem lá e não mendigam mais, contudo estão fazendo pior, tomaram conta do locais onde a “Zona Azul “da prefeitura não está administrando e exigem dinheiro para que as pessoas possam estacionar.

Transformando-se em flanelinhas, que estão também em todos os lugares, até no Jardim Zoológico, tem representante deles, que exigem o dinheiro logo na entrada da “área deles”.

Quando escapamos dessas pessoas, estamos a mercê da Chamada “Zona Azul”, área de administração da prefeitura, que cobra para você estacionar o seu veículo.

Agora então ficou ainda mais complicado, pois eles não querem nem gastar com fiscais e suas cartelas,  estão exigindo aplicativo e internet de quem deseja estacionar, pois se não tivermos, certamente receberemos multa ou então temos que achar um jeito de colocar o nosso carro na cabeça, pois a  inchada cidade ,não comporta mais nada, nem mendigos, nem flanelinhas, nem fiscais com cartelas, tampouco nossos automóveis.

 

 

Marcelo de Oliveira Souza,IwA

2X Dr. Honoris Causa em Literatura

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