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Crônicas-->O lobo do Pilar Apilador -- 12/09/2019 - 19:49 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Só mido na marca do tempo com a tecnologia do mundo cheio de gente que às vezes lento, serve para alcançar e adentrar no meu Eu. Bilhões de neurônios no envelhecimento da carcaça Ser no lá que só mente e assim, só no relativismo tange o narcisismo do meu entender no erro entendido. Mãos dadas na tarde com a Alvoradinha de cabelos soltos na primavera, faz ipê curuminha reacender flores amarelas pintando assim, a poesia no meu peito cansado do tempo homem. O lobo assustado e fora da caverna na guerra endo mar no brilho da lua branca e mulher, líquida, desenhada e refeita na tarde noite Pajussara no universo água, mar a mar, ao tempo Maceió. Sagrada estação terra, pinta um sentir éter no arco do mar da Alexandria poética na dosagem louca do poeta, acendendo a tocha do amor, ardente, diablo sentir, que escrevendo sem saber ler se vê com a alma sangrando aos encantos divinos. Vida efêmera carente da Alvorada Menina, é a vida e suas surpresas! Estava hibernando mas não é fácil acordar um lobo e ativar o urro lobo no equilíbrio natural da dança Lobo/homem. Perdão minha Deusa Manguaba Mulher, Lagoa do meu amor Sertanejo, não sou santo e tanto peco. Cálice e vinho são salutares e acendem o instante, fazendo o passado verter, reverter e rever Atenas. Brinda então, o silêncio com a cicuta no tempo do templo filosófico a silenciar as colunas no erro do entender.

Marcos Palmeira 
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