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Crônicas-->Genérico do gênero -Seja homem como mãe nunca foi -- 26/06/2019 - 10:23 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

Genérico do gênero -SEJA HOMEM COMO SUA MAE NUNCA FOI

Vivemos tempos em que a apologia ao gênero foi banalizada e invadiu a regra geral do significado das palavras. Nascemos na total e bendita desqualificação para alcançar o entendimento dos vocábulos, comportamentos, conceitos, mas principalmente (e ainda bem), nascemos desprovidos de preconceitos. A dor pessoal, não trabalhada nos divãs, é imposta aos que convivem próximos e não raro, os mais vulneráveis estão sujeitos a essa demanda freudiana. Imputa-se então, a responsabilidade do sofrimento aos inocentes úteis escravos da frustração de quem caberia o papel orientador na vivência diária mais humanizada. O humano orientado pela dor, desorienta e a transfere a uma inocente existência desprovida de qualquer maldade e a idade incompreendida, não compreende o significado do que é  ser humano genérico do gênero.

Eis a questão a cada instante contemporâneo do macho e machucado ser velho na dor do reto pensar. Tomar vacina e dizer:

“Empurra essa porra em mim!Sou macho tchê!” E aí se grita:

“Tira,tira está machucando!” 

És um machucado!? Aqui está a questão num mundo do machão. Freud se mexe no chão gente com certos procedimentos do " Ser Homem" quando impõe a cria a força do macho. Macho de um útero, de outros úteros a cada sol, o caldo da pexti humananimal. “Fale grosso nas manhãs e fino na viagem do sol, então seja homem como sua mãe nunca foi". Será que o " Ser Homem" está na brutalidade do comportamento!? Eis a questão. Precisa ser baixinho, ter bigode e bater na mesa!? Precisa falar palavrões?! Sabes, as mulheres muitas vezes são assassinadas por descobrir as taras de seus machões. O Brasil vive instantes de ser homem como sua mãe nunca fora. Uma ministra diz:” O lugar de pau é na buceta”( Damares). Ela tem razão na dor dela e sabe que  ela coloca as cores que o passado pintou nos momentos dela.

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