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Crônicas-->Vôo -- 17/04/2019 - 14:51 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Vôo 

Arremeto novamente num plano de vôo meticulosamente calculado nas máquinas mortíferas que me distanciam de qualquer objeto inadequado pela lei natural. O olho da águia à espreita, espeta com sua garra minha nobre jugular tão singular que se esvai num líquido encarnado que lava a sujeira humana. Lá de cima, vi infinitos elementos numa desordem organizada pelo critério da simplicidade humananimal e pergunto: "que mal fiz para ser julgado por critérios farisaicos arcaicos?" Umdecem meus lábios com vinagre e deliro num último suspiro de amargor na pele da flor em nervos exaltados. Sinto um sobressalto e desconfio de minha existência sem assistência que fez -me então pensar na imortalidade com morte definida ao que me é humanitário. Presencio guerras egoicas de etnias diversas numa caldeirada de emoções em meio aos moções geográficos e concluo o plano de vôo involuntariamente.

Marcos Alexandre Martins Palmeira
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