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Crônicas-->O gatil da congregação Bidiônica -- 03/04/2019 - 12:05 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

O gatil da congregação Bidiônica

Como sempre gostei dos bichos de boa vontade, sempre dediquei espaço físico dentro do Mosteiro aos animais. Como sempre fui uma personalidade chegada ao estado de espírito libertino, sempre gostei de apanhar gatos abandonados (ou não. Não fazia questão). Como a vizinhança já sabia de minha predileção por felinos, sempre havia um jogado no jardim do Mosteiro. Como não podia diferir da espécie humana, eram mais fêmeas, cada uma com seu perfil próprio. Algumas adoravam o ambiente sacro para deleitar-se sob os auspícios religiosos, a paz de ser uma gata. Outras, por terem linhagem mais pura, tipo Angorá, não se misturavam as demais, por serem mais elitizadas. Outras, tinham gostos exóticos tipo ficar sentadas em bicicletas ou motos. O que enchia de pêlos, o transporte utilizado pelo Eunuco. Outras, apenas observavam a todo o ambiente congregacional, sem emitir qualquer miado que pudesse espantar as fiéis frequentadoras da paróquia Bidiônica. Entretanto, haviam algumas que viviam a ter uma espécie de ataque epilético em plena missa. Tratava-se de uma enfermidade incurável, que devia ter prescrição de receita especial. Quem presenciava aos ataques, acreditava ser manifestação do capeta da oposição Bidiônica. Isso gerava um mal estar Bidiônico terrível, que os fiéis por receio foram se afastando, por temer contágio. Mas eu sempre fui tentando administrar o caos no gatil com minhas orações e ações de exorcismos. Ajudas de caridosos externas vinham sempre em boa hora para garantir a alimentação e os remédios necessários para os felinos. E graças aos meus fiéis, mantenho meu gatil na mais perfeita ordem e higiene sanitária.

Ainda bem!

Vai a paz!

Padre Bidião de Pilar 

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