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Cartas-->São-paulinos (*) -- 23/06/2011 - 14:23 (Benedito Pereira da Costa) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos


São-paulinos (*)

São Paulo, SP, 21/06/2011.

Caríssimo amigo e irmão Benedito Pereira da Costa:

Muitíssimo obrigado pelas suas gentis palavras, que tocam o meu coração e pela forma como explica as coisas, dignas de um coração magnífico e poético.

Realmente, com a graça de Deus nossos familiares são pessoas exemplares, a minha esposa, Felisbela, falecida em 2003, era torcedora da Portuguesa Desportos, por causa dos seus pais portugueses. Depois do casamento, tornou-se torcedora do tricolor.

As minhas filhas, Dora e Vera, são-paulinas, foram primeiras campeãs estaduais de Tênis pelo SPFC. Os troféus, tanto do clube como da Federação Paulista de Tênis, estão no Memorial do SPFC. Meu pai, português, foi torcedor do Paulistano e, como o São Paulo veio do Paulistano, escreveu um livro no Cinquentenário do clube (em décimas), editado pelo clube que o conserva em seu Memorial.

Seus netos e seu genro são-paulinos são. Os meus torcem da seguinte forma: da Dora, o André, que é advogado do Banco do Brasil em Brasília, é são-paulino, como o meu genro Júnior, da outra filha, a Vera, o genro é corintiano e o neto Rodrigo também, a Karina é fervorosa tricolor.

Quanto à torcida é muito interessante o que relatou. Como estamos em São Paulo, a encrenca é contra corintianos e palmeirenses (sempre na brincadeira). Relativamente ao Santos não há motivo de torcer contra, porque foi e é glória do futebol brasileiro. Torço para que derrote o tal Peñarol, porque aí vai dar pena ver corintianos e palestrinos, que jamais vão alcançar os "tricolores e os santistas".

Com respeito ao livro Rimas Tricolores, realmente é espetacular, no sentido poético e visual. Enviarei um volume para o seu genro Eduardo Noronha, como presente e com dedicatória. Ele tem o nome Noronha de um mestre do futebol tricolor de eras passadas.

Outras lembranças tricolores enviarei em próxima remessa, que, para ele e seus filhos, serão de apagar o fôlego, como o livro do meu pai, editado pelo clube em 1985.

Benedito, pode ter certeza eu nunca vi a sua figura pessoal, mas, está há muito tempo dentro do meu coração. Pessoa notável o meu amigo. Temos o mesmo nome, o nosso sangue vem de eras lusitanas, semelhante ideal poético e da escrita. Por dádiva Divina, conseguimos o nosso encontro pelos sempre memoráveis envios da Usina de Letras.

Enfim, creio que, embora a distância, estamos ligados espiritualmente, como sói ocorrer com irmãos do coração e do espírito.

Assim, segue por estes dias mais algo, com grande estima ao meu querido amigo.

Gande abraço

Adriano Augusto


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