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Crônicas-->Velório na Usina -- 15/02/2019 - 13:49 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Velório na usina

Tudo transcorria num dia normal de trabalho até que de repente, a notícia do falecimento da proprietária da usina havia se espalhado com a rapidez tão tecnológica que fez vários caminhões e treminhões retornaram ao pátio principal do estabelecimento. A gerência buscou a solicitação da encomendação da alma ao Padre Bidião que residia próximo à usina e todos aguardavam então, a chegada do sacerdote para a celebração fúnebre. Ao padre, ficou a missão de encomendar a alma à essência superior e ao mesmo tempo, admitir aos que ali estavam presentes que nossa existência é consumida pelo tempo. Cabe à nós, escolher o que desejamos semear além dos bens materiais que, agora fariam parte de uma disputa litigiosa entre os familiares que de certa forma deixariam aqueles trabalhadores órfãos de seus direitos diante de tantos herdeiros do patrimônio. A empresa já enfrentava uma crise financeira de alguns anos. Mas a alma deveria ser encomendada e esse seria o foco, sem perder de vista o que não está à vista, mas ao prazo do senhor de tudo: o tempo.
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