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Crônicas-->Vacina, povo, braço e dor -- 19/05/2018 - 06:11 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
A vacina, povo, braço e dor


Padre Bidião foi se vacinar no atacado e lá 12.000 mil fiéis deu de cara com uma enfermeira que acabara de receber um diploma de enfermagem. No  mesmo dia, a tal técnica já trabalhava braços a cada vacina, uns não aguentaram e desceram o barro entre as pernas, enquanto o Padre sentiu dores nos ovos após a aplicação da vacina protetora pela cavala humananimal.

Ao chegar no local onde as doses de proteção estavam sendo aplicadas, Padre Bidião foi logo para a fila aguardar ser chamado, mas surpreendentemente percebeu que os fiéis que da sala saiam, estavam com as calças sujas de barro, outros com a calça molhada por uma substância líquida que subentendeu o padre, ser de urina. Ao chegar sua vez, Padre Bidião tentou conter seu estado de espanto de forma que não viesse transparecer à enfermeira recém formada no estábulo. Sim, pois tem uma coisa que o ensino superior não fornece que é o trato com educação, presteza e sobretudo, gentileza e amor à profissão.

Pois bem, chegado o momento da minha vez, levantei a manga da batina para receber a vacina, mas a dor foi tanta que ela se dirigiu ao órgão apêndice que vem acompanhado de seu irmão gêmeo, mais popularmente conhecido pelo nome de ovos que logo ficaram reduzidos a dois caroços de feijão. Ficaram tão tímidos de dor, que quase sumiram e fui num breve vôo, até Marte. A dor foi tanta que permaneci por lá o tempo necessário para uma reunião com o representante de políticas públicas de saúde do planeta que está a cem anos luz da Terra. Lá discutimos a proposta de melhoria de atendimento nos serviços públicos de saúde, apresentando a ideia de que quem não estiver satisfeito, possa aderir ao plano de demissão voluntária. Foram vinte minutos de estadia no planeta Marte, e que ao retornar, percebi a fisionomia do aplicador no aplica dor em gente.

Resolvi que essa semana farei uma homilia em intenção de todos os profissionais que ainda não encontraram a satisfação em trabalhar naquilo que fazem, uma vez que vivemos momentos de crise social tão grande, que milhares de pessoas estão desempregadas.

Ao terminar de tomar a vacina, abençoei a enfermeira e fiz uma breve oração para a próxima vítima.


Paz e saúde ao povo !
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