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Crônicas-->Missiva -- 22/09/2017 - 13:39 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Missiva


Passiva chega ao destino de algo ou alguém que sabe sou eu que sei o que não sou. Despida, todos os leitores alcança para enfim ser pública nas entrelinhas de cada um. Desejos corrompidos linha por linha de um lado a outro por escritos imaginários alheios às críticas literárias daquele que lê sem pudor, e a deixa num canto qualquer. Saber que alguém a leu, apenas absorveu o teor sem palavras ditas mas que sentidas. Ponto final nunca haverá naquele redigir e agora no papel refletido, busca asas sem destino algum, desde que apenas siga mão a mão na solidão comunitária. Tão comum a todos, ela se desnuda sobre o papel e ensaia versos e prosas em caprichosos detalhes. Se rimar, há de ser feliz coincidência de encontro das palavras soltas que agora se unem para não ficar sem companhia, mas deixar de ir após ter partido em vão palavras abertas e soltas na rima da vida. Ainda que ida, viver cada ponto, ou melhor cada reticência na decência de boas palavras amigas, bem vividas.
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