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Artigos-->18 DE NOVEMBRO: DIA NACIONAL DE COMBATE AO RACISMO -- 18/11/2003 - 17:16 (ANTICRISTO) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos


A palavra racismo já está virando um terrorismo! Em nome de oferecer “condições para que o negro pudesse ter acesso às mesmas oportunidades que os brancos”, corremos o risco de nos serem impostas muitas coisas e perdermos muito da nossa liberdade individual em nome do combate à chamada “segregação racial”.



”Poucas pessoas sabem que hoje é o “Dia Nacional de Combate ao Racismo”. O racismo consiste em achar que existe uma raça ou cultura superior à outra, e ainda é uma realidade para alguns povos. No Brasil, fala-se muito em uma “democracia racial” onde todos teoricamente conviveriam bem. Entretanto, esse discurso cai por terra quando vemos que entre os 20% mais pobres da população brasileira estão 69,2% de negros. A maioria da população afro-descendente sofre ainda pelo passado colonial escravocrata. Pois a abolição não ofereceu condições para que o negro pudesse ter acesso às mesmas oportunidades que os brancos. Ainda que se tratando de um crime inafiançável, a segregação racial vai acontecendo e se infiltrando em diferentes setores, como no recrutamento feito pelas empresas, na publicidade, na televisão e no dia-a-dia das pessoas. O combate ao racismo é uma tarefa urgente para todos nós”.



Racismo até existe. Todavia, os combatedores do racismo exageram. Nem tudo que dizem ser racismo pode ser assim considerado:



Estabelecer cotas em agências de modelo, onde precisam das pessoas procuradas pelos clientes, é estupidez.



Se uma loira ficar foram de uma seleção, ninguém fala nada. Se for uma oriental, também não. Mas, se for uma negra, dizem ser racismo. Assim, as coisas ficam difíceis!



Nas faculdades, outra imbecilidade que instiga mais o ódio racial. Imagine como se sentem as pessoas que, embora classificadas pelas próprias habilidades, perdem o direito que por justiça teria, porque a universidade precisa dar a vaga para uma pessoa negra!



Se várias mulheres estão concorrendo a uma vaga em um banco, e entre elas houver uma de extrema beleza, não importa ser ela oriental, morena, mulata, loira, ruiva..., provavelmente ficará com a vaga, ainda que não tenha tantos conhecimentos quanto uma outra que não tenha tantos atributos físicos.



Já em um concurso público, enquanto a lei não estiver impondo cotas, passa quem tiver os conhecimentos exigidos, independentemente da aparência.



Imaginem: Se eu gosto de uma oriental, eu sou racista contra as loiras? E contra as negras? Para não ser racista, eu tenho que paquerar todas? É a minha preferência, e nenhuma lei pode me impor outra. Ou será que ainda vai poder?



Se eu precisar de dez modelos para divulgar uma tintura de cabelo própria para loiros, vou ter que pôr duas ou três negras para fazer a publicidade?



Acho que não é impondo a introdução de um tipo étnico em um ou outro lugar que se vai acabar com a dita "segregação racial".



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