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Crônicas-->A fofocada no Mosteiro público -- 08/05/2017 - 14:52 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
A fofocada no Mosteiro Público

O Mosteiro como um órgão a serviço da sociedade, conta com um quadro de funcionários fixos e por contrato temporário a depender da receita monetária do mês. Dona Carmita, fiel devota e tesoureira da instituição, adora criar conversas mirabolantes com o intuito de ninguém ter acesso às contas e ela ser a tesoureira vitalícia do Mosteiro. A esposa do promotor de vendas, uma senhora muito devota da religião e adoradora das santas santidades penduradas pelas paredes do claustro foi uma das vítimas de Dona Carmita que divulgou uma mentira a cerca de sua pessoa. Todos os dias, a jovem senhora ia à Igreja para encomendar seus entes em suas orações. Até que um certo dia, ela não foi à igreja e demorou a chegar em casa. O esposo sabedor dos hábitos da cônjuge, foi verificar o que havia acontecido. Ao chegar, foi falar com a tesoureira mais tesoura da vida alheia que havia acabado de chegar de uma avícola onde fora comprar ovos. O alvo mais novo de suas estórias ardis foi justamente o pobre esposo que, ao saber do paradeiro da esposa, ficou tão perplexo que não conseguiu ficar de pé e caiu na cadeira da tesouraria sentando em cima dos ovos de D. Carmita. O paradeiro informado é que a sua esposa decidiu ficar enclausurada no Mosteiro e que não mais queria vê-lo pois tinha se tornado em definitivo, a fiel devota do Santo Asyróbio, um mascate que fazia milagres por onde andava. O marido por ser ateu, acreditou na conversa de D. Carmita a respeito da existência do tal santo. Ele então se levantou da cadeira e sem perceber que as calças estavam manchadas de conteúdo dos óvulos, seguiu pela rua se lamuriando sem destino certo até que ninguém mais ouviu dele falar. A esposa desde que retornou pra casa nunca mais dele teve notícias.

Vai à paz a maldita fofoca!

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