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Crônicas-->Deitado no mar de merda de lá -- 06/04/2017 - 17:04 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Deitado no mar de merda de lá

Desempregado, contas atrasadas e o olhar no vazio da geladeira que não funciona pois a luz que deveria trazer a esperança fora cortada. Tudo cortado mas entre as dores, dou graças à saúde e disposição contemporâneas apesar das limitações naturais próprias da idade na melhor fase da vida humana no qual não almeja a necessidade de a todos agradar.
Sigo o rumo com a visão sempre à frente do tempo, sem ambições. Projeto e consolido o futuro deixando ao presente a concretização de uma saúde firmada em um espaço limitado. Mergulho e ao fundo do mar de esgoto, submerjo e inalo o gás pútrido que impulsiona sempre ao alto e acima de ideias comuns.
Tenho a grandeza da liberdade proporcionada pelo estado saudável da mente e do corpo submetido à ação da máquina do tempo. Sinto a ousadia que permanece ilimitada na limitação imposta pelas dores, fracassos e frustrações de toda a ordem. No enclaustro, decido o que fica para enfim trabalhar e realizar planos audaciosos na limitação humana. Sou o que nunca fui antes, permitindo que o presente apresente no sempre de hoje que já terá sido passado no amanhã que possa não mais vir. Carrego tão somente incertezas de minha estadia nesta terra que se apresenta infinitamente metabolizado e digerida ao gosto humano. Serei adubo que permitirá a mãe natureza ser renovada e gestacionada, sem fechar ou encerrar o ciclo natural da vida.
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