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Artigos-->ESTEIRA HUMANA II - LOURIVAL FARIAS SODRÉ -- 10/11/2003 - 18:36 (Leinecy Pereira Dorneles) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
" .., Há quanto tempo estou aqui?

Uma hora, duas? As crianças se movem entre as pernas dos adultos, ensaiando ou improvisando brincadeiras. A rua de verão tardio exala calor, mesmo com o sol encoberto e sem nenhuma promessa. O mormaço invade, penetra quente na pele, no corpo e o sangue ferve. Não há sombras para qualquer refúgio ou alívio, não há árvores nem abrigos. Estou me sufocando no meio do povo. O sol contagia, não há previsões, mas o pressentimento, a intuição de forte mensagem que faz a massa humana se mover. A princípio os movimentos são esparsos, imperceptíveis, depois um pouco apressados. E o povo segue numa só direção, obedecendo ao comando para não desistir enquanto não se desvendar esse pressentimento sem hora marcada. A multidão se desloca na rua, produzindo excitante ruído de corpos...

( Lourival Farias Sodré-SP)

Leinecy Pereira Dorneles

Poetisa e Ativista Cultural

Cassino-Rio Grande-RS
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