Usina de Letras
Usina de Letras
                    
Usina de Letras
255 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 58168 )
Cartas ( 21211)
Contos (12863)
Cordel (10239)
Crônicas (22097)
Discursos (3147)
Ensaios - (9230)
Erótico (13453)
Frases (45315)
Humor (18942)
Infantil (4167)
Infanto Juvenil (3240)
Letras de Música (5506)
Peça de Teatro (1328)
Poesias (138728)
Redação (2997)
Roteiro de Filme ou Novela (1058)
Teses / Monologos (2418)
Textos Jurídicos (1934)
Textos Religiosos/Sermões (5256)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Humor-->ADEQUANDO UMA VELHA RECEITA -- 23/07/2009 - 23:21 (GERMANO CORREIA DA SILVA) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

ADEQUANDO UMA VELHA RECEITA  (Por Gemano Correia da Silva) A campanha preventiva implementada pelo governo brasileiro visando ao combate da ingestão de bebida alcoólica por parte dos motoristas que não conseguem abster-se dela quando estão ao volante de um veículo está dando o que falar lá na comunidade Cafundós do Judas. Enquanto os órgãos fiscalizadores das grandes e médias cidades se valem dos recursos do bafômetro, (um aparelho analisador do ar exalado dos pulmões de quem consumiu a bebida e que serve para determinar o grau de concentração de álcool no organismo do indivíduo abordado), lá em Cafundós do Judas não há nada disso. Dia desses, o agricultor Jô Formigão após sair de uma festa entre amigos estava ao volante do seu carro e ao passar numa dessas barreiras policiais montadas para fiscalizar motoristas infratores, foi abordado por um policial que após verificar toda a documentação de praxe, insinuou que o motorista estava alcoolizado, dizendo: - Sua voz está meio embargada... Seus olhos estão meio caídos... A propósito, quantas cervejas geladas o senhor bebeu hoje? Jô Formigão ficou possesso com aquela acusação descabida feita por daquele policial e para não ficar em desvantagem retrucou: - Seu policial eu não bebi nada de álcool hoje, muito menos cervejas. Eu tomei apenas algumas latas de guaraná bem geladas e agora estou indo para minha casa tomar um chá quente para aliviar minha garganta. O policial riu um pouco e em tom de ironia deu o troco, respondendo em seguida: - Está liberado senhor, pode ir embora. Eu sugiro que em chegando lá na sua casa tome um chá de boldo, bem quente. Isso irá lhe fazer muito bem.
Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do Autor Seguidores: 17Exibido 524 vezesFale com o autor