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Humor-->PURO ESTRANGEIRISMO... -- 29/06/2009 - 21:53 (GERMANO CORREIA DA SILVA) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
PURO ESTRANGEIRISMO...
(Por Germano Correia da Silva)


Querendo ou não, vivemos os efeitos das mudanças que nos foram introduzidas “goela abaixo”, no dia-a-dia de um mundo globalizado e, por conta disso, e também por uma questão de sobrevivência natural, os povos de todos os cantos e recantos do nosso universo tentam se virar da melhor forma que lhes convém.

Os centros comerciais das pequenas e grandes cidades, visando atrair a atenção de sua clientela, usam e abusam do estrangeirismo quando da criação dos nomes exóticos para seus estabelecimentos comerciais.

As grandes imobiliárias têm se juntado às grandes construtoras e tramado a criação de nomes “belíssimos“ para apelidarem os seus novos empreendimentos imobiliários. Quanto mais exótico for esse nome, maior será o sucesso de vendas das unidades construídas e a construir.

Os nomes de pessoas em todo o mundo, inclusive no nosso mundo emergente, estão cada vez mais estrangeirados. Os pais novatos têm usado e abusado das “homenagens” que são feitas aos estrangeiros no momento de dar um nome “oficial” para o seu rebento.

Dia desses, sem se aperceber do que realmente estava fazendo, um cidadão decente de origem humilde e muito benquisto na sua comunidade, quase entrou numa fria. Imaginemos, aqui, a situação constrangedora vivida por aquela pessoa inocente, acusada de fazer algo que não tencionava fazê-lo, justamente por não entender ao certo o que era aquilo que lhe mandaram fazer.

Por conta desse estrangeirismo desregrado aquele cidadão bem-intencionado fora detido por um dia, suspeito de tentar maltratar um idoso de origem estrangeira, o qual de uma hora para outra fora parar na frente de sua humilde casinha.

De acordo com o depoimento dele e eu acredito nas suas palavras, ele não fizera nada demais, apenas cumprira uma parte das ordens dadas por aquele senhor bem grande e forte, que metia medo a qualquer pessoa. Disse, ainda, que ele falava com a língua enrolada e que após deixar aquele senhor idoso aos seus cuidados, ao sair, teria dito em alto e bom som, com se estivesse esbravejando:

Sou longo! Sou longo! Oquei! Oquei! Tranque o velho e mate...!

Pelo que fora apurado após o exame de corpo de delito, aquele idoso recém-chegado só dormiu desacompanhado e em nenhum momento fora maltratado. Ele fora apenas “trancado” no humilde aposento que lhe fora reservado pelo dono da casa que lhe deu abrigo, a fim de que ele pudesse dormir aquela noite, conforme ordem dada pelo homem alto e forte...

Culpa do estrangeirismo!
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