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Artigos-->UM DEPOIMENTO DE QUEM REALMENTE SABE DAS COISAS -- 29/10/2003 - 08:36 (ANTICRISTO) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

O Dr. Dráuzio Varela, médico pneumologista, que conhece de perto as conseqüências do tabagismo, deu uma entrevista à Revista Marie Claire, onde fala de chocantes, assustadoras, trágicas situações provocadas pelo tabaco.



Marie Claire: “Teu antitabagismo tem algo de pessoal além dos motivos médicos?”



Dráuzio Varela: “Perdi pessoas queridíssimas por causa do cigarro. Meu sogro, meu pai, meu irmão Fernando, de câncer no pulmão com 45 anos. E, além de perdê-los, eu também estou do outro lado do balcão para onde vão parar as pessoas que fumaram, sei o quanto sofre uma pessoa com enfisema pulmonar, vejo como pode ser miserável e indigno o final de uma vida por causa do cigarro. Era o que tinha que mostrar para os adolescentes. Aí fizemos isso no “Fantástico", comparamos o pulmão de uma pessoa que nunca fumou com o de uma pessoa que fumou durante 23 anos... Uma imagem horrível. Mas a campanha contra o cigarro que fiz no Fantástico foi a maior recompensa profissional que eu tive. Outro dia almocei com as minhas filhas, estávamos nos escondendo da chuva, passou um táxi e o taxista disse ‘Dr. Dráuzio, muito obrigado pro ter me ajudado a parar de fumar’. Todo médico que consegue que uma pessoa abandone o fumo fica feliz, porque sabe o que vai representar de economia de sofrimento aquilo no futuro. Agora imagine ter acesso a um meio de comunicação de massa e conseguir que milhares de pessoas parem de fumar. Porque a quantidade de gente que fala comigo... É o motoboy que passa na rua, o executivo de terno e gravata no aeroporto...” (Marie Claire, Abril/2003, pág. 49).



Esse depoimento não é de uma pessoa que apenas detesta o fedor do tabaco, mas de alguém tenta salvar vidas de pessoas que se destruíram como o vício, e por isso procura alertar aqueles que ainda não viciaram para que não viciem e os que se viciaram para que se livrem do vício antes que seja tarde demais.



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