Usina de Letras
Usina de Letras
                    
Usina de Letras
105 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 57550 )
Cartas ( 21185)
Contos (12637)
Cordel (10186)
Crônicas (22292)
Discursos (3141)
Ensaios - (9093)
Erótico (13416)
Frases (44326)
Humor (18630)
Infantil (3915)
Infanto Juvenil (2861)
Letras de Música (5480)
Peça de Teatro (1320)
Poesias (138276)
Redação (2948)
Roteiro de Filme ou Novela (1056)
Teses / Monologos (2412)
Textos Jurídicos (1926)
Textos Religiosos/Sermões (4994)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Crônicas-->Pé de meia e Cinderela casco de ferro -- 28/11/2016 - 08:49 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
O pé de meia e a Cinderela casco de ferro em busca do amor do príncipe lusitano no Castelo de Glasgow

O príncipe andava cabisbaixo por se encontrar solitário sob o frio europeu e sentiu vontade de ir à terra tropical européia em busca de um sonho. Tinha em mente, promover uma caldeirada à beira do mar para fazer uma uma festa Lual. Agendou a viagem em um jatinho com a potência de 100.000 unicórnios rumo ao destino planejado.
Quando lá desembarcou, o Serviço de Turismo Busca e Apreensão Major Lalá, estava à espera para ciceronear o jovem lusitano que o levou ao Hotel Bananal. Após descansar, solicitou da guia de turismo Dadá, um passeio pelo sítio histórico. Ao chegar no Alto da Sé, vislumbrou a bela paisagem. Como o sol estava forte, solicitou da guia de turismo Dadá um protetor solar, mas ela só tinha folhas de bananeira para oferecer-lhe como proteção. Ele usou e se dirigiu ao interior da igreja para melhor se proteger quando deu de cara com o Padre Bidião que estava sentado na cadeira de balanço com seu chapéu de cangaço e óculos de sol a orar o terço das 13:00 h. O príncipe então aguardou o término da contemplação oratória do padre. Ao terminar, Padre Bidião encarou o príncipe cor de bananeira e perguntou o que desejava o nobre em terras tropicalis. O príncipe resolveu dizer que andava solenemente solitário no frio do Castelo e que gostaria de casar com alguma boa rapariga. Padre Bidião deu-lhe a ideia de promover uma festa. O lusitano apreciou a ideia e foi ao escritório de Turismo Major Lalá para discutir detalhes de algum local de eventos no qual pudesse promover uma confraternização ao som do Timbalada. Lalá indicou-lhe o local e para lá ele se dirigiu afim de conversar com o diretor do local sobre o evento para a despedida da namorada Frieza Wischenstein. Local e data combinados, e quando chegou o dia, Lalá e Dadá faziam a guarda do evento autorizando apenas quem usasse ao menos um pé de meia. Lá para tantas, já no auge da festa, sua face européia avistou uma Cinderela casco de ferro que imediatamente por ele se encantou. A Dama pé de meia ficou enfurecida por ser a preterida da festa e planejou oferecer a pupila do príncipe, uma maçã mofada. A Cinderela como estava morta de fome, resolveu aceitar e colocou a maçã inteirinha na boca ficando a ruminar. Sentiu algo estranho e desmaiou. O príncipe ao perceber, tirou a meia do pedículo da dama e desentalou a Cinderela que já estava a essa altura com bafo de onça. O que fez com que ele também desmaiasse. Chamaram o SAMU, pois a Cinderela casco de ferro na agonia do desentalo machucou todos a volta que estavam ali para ajudar e a caldeirada estava encerrada.
Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do Autor Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui