Usina de Letras
Usina de Letras
                    
Usina de Letras
107 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 57502 )
Cartas ( 21184)
Contos (12607)
Cordel (10175)
Crônicas (22280)
Discursos (3141)
Ensaios - (9088)
Erótico (13415)
Frases (44274)
Humor (18616)
Infantil (3901)
Infanto Juvenil (2847)
Letras de Música (5479)
Peça de Teatro (1320)
Poesias (138230)
Redação (2946)
Roteiro de Filme ou Novela (1056)
Teses / Monologos (2411)
Textos Jurídicos (1926)
Textos Religiosos/Sermões (4980)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Crônicas-->A sapiência da língua gramatical intelectualizada -- 09/11/2016 - 15:13 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Na escrita, tudo fica tão lindo quando os verbos concordam com as ações do sujeito empírico e confuso. A concordância nominal nem se fala quando o sujeito é singular, composto ou oculto na análise gramatical de berço sintático. Na gramática bidiônica, o verbo além de praticado, é sentido e o nome apenas realça e existe não apenas na análise contextual. A gramática escrita, falada e atuante com recursos impecáveis de exatidão morfológica, é a maquiagem perfeita para dar vida à língua morta, que alimenta os espaços vazios empíricos numa jornada pela sobrevivência. A gramática bidiônica não necessita de normas e regras gerais, pois vive de exceções que as sustentam. Não fosse a combinação das exceções com os erros das normas gramaticais erradas, a língua portuguesa não teria função e morta estaria.
A Academia de Letras bidiônicas e línguas ressuscitadas sobrevive de sentimentos reciclados e oxigenados. Portanto, não há o que se corrigir pela enorme autenticidade que dispensa qualquer registro em cartório de letras comuns empíricas nas ideias.
Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do Autor Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui