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Textos_Religiosos-->Medo de ser humano! - Michel Pinheiro -- 20/06/2005 - 14:05 (Michel Pinheiro) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
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Medo de ser humano!

Publicado no jornal Diário do Nordeste, dia 16 de agosto de 2005.


Belíssimo artigo foi publicado pelo Padre Virgílio no jornalzinho semanal da Igreja Católica de 19-6-2005, usado na missa do 12º domingo comum, titulado “O medo não é cristão”. Destacando a necessidade de que haja coragem para assumir a condição de ser cristão, mostra que “com o medo nos empurrando pelas costas, não é fácil reagir às imoralidades, às injustiças e aos abusos praticados em plena luz do dia. E é assim que ficamos calados diante das desigualdades e das injustiças sociais, da desonestidade dos poderosos e das violações dos direitos humanos...”. Uma frase histórica sobre a mulher de César traduz que “não basta ser honesta, tem de parecer honesta.” E completa o Pe. Virgílio: “não podemos ter vergonha de manifestar essa nossa diversidade perante o mundo. Ao contrário, é nosso compromisso participá-la a todos os seres humanos.” Assim, o imobilismo, a passividade, a omissão e a covardia não são obras de DEUS - nos afastando Dele. E Jesus não agiu com omissão, não foi passivo, não foi covarde, deixando exemplos ativos para serem seguidos pelos outros seres humanos - e pediu isto. O padre ainda diz no texto: “claro que não se trata de pôr-nos a lutar contra alguém. Só queremos declarar guerra contra todas as situações de pecado, a fim de preparar um futuro feliz para toda a família humana.” A luta pelo que é correto deveria ser regra entre nós, que dizemos ser cristãos. Juízes, promotores de justiça e advogados, representantes da organização da sociedade em que vivemos, têm responsabilidade moral no combate às iniqüidades. Lembrou Rui Barbosa que "não há tribunais que bastem para abrigar o direito quando o dever se ausenta da consciência dos magistrados". E complementa mais adiante: "O bom ladrão salvou-se, mas não há salvação para o juiz covarde" (Obras Completas, 1899).


Michel Pinheiro, Juiz de Direito e ex-presidente da Associação de Magistrados.



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