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Artigos-->CADA UM BUSCA SEU FUNDAMENTO -- 23/08/2003 - 12:26 (ANTICRISTO) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos


Há certos ditos que se consolidam cada vez mais à medida que observamos as tendência e crenças humanas. Dois deles são: “ENXERGAMOS O QUE SOMOS ENSINADOS A ENXERGAR” e “TUDO É POSSÍVEL PARA AQUELE QUE CRÊ”.



Os dois artigos do Freitas com os títulos referidos acima mostram o quanto as pessoas podem pensar de formas tão contrária e defender tais posições por força da influência do que lhes foi ensinado com mais ênfase.



Um exemplo bem marcante é a questão espiritual.



Nós racionalistas, conjugando uma série de elementos de aspectos diversos da abordagem do ser humano e dos fatos, cremos que temos todas as nossas emoções, nosso raciocínio e nossas conclusões dependentes exclusivamente das reações físico-químicas processadas na nossa massa encefálica.



Já o espírita, com exemplificado pelo colega Clésio no artigo “O ESPIRITISMO E A CIÊNCIA”, crê que o nosso cérebro é apenas o instrumento utilizado pelo espírito, este um ente imaterial dono do nosso caráter. O cérebro, segundo deduzi do artigo, equivale a um sofisticado aparelho de comunicação. Se houver nele algum defeito, o espírito não tem como transmitir sua mensagem, que se efetua através das palavras e atos humanos, ou seja, do corpo. Assim, se levamos um golpe na cabeça e perdemos a consciência, isso é conseqüência de avaria do aparelho transmissor usado pelo espírito. Parece até mais aceitável do que a ressurreição dos mortos, conforme comentei de forma um pouco humorística em “COMO SERÁ A RESSURREIÇÃO DOS MORTOS”.



Devem, contudo, deparar com uma certa dificuldade diante das considerações trazida pelo Padre Quevedo, especialista em estudo desse tema:



Trata-se, isto sim, de manifestações do inconsciente e, como tais, deixam-se até influir pelo ambiente. Assim, as “revelações” aos espíritos latinos, ou aos teósofos, falam em reencarnação. Mas, se os “espíritos dos mortos” (na realidade, o inconsciente) se manifestam aos espíritas anglo-saxões, é freqüente que ataquem ou ridicularizem a reencarnação. Os espíritas não-reencarnacionistas são chamados davianos, por ser o anti-reencarnacionista Davis, o principal teórico do espiritismo não-latino, seguido por milhões de espíritas. Daniel Douglas Home, o mais famoso médium espírita de todos os tempos, recebeu comunicações do “além-túmulo” (?) ridicularizando ao máximo a teoria da reencarnação. Se "os espíritos dos mortos aparecem a uma freira, falam do purgatório, do céu, pedem missa, comunhão...” E quando se manifestam aos ocultistas, falam-lhes do mundo astral, e assim por diante” (João de Freitas, “PADRE QUEVEDO E A REENCARNAÇÃO”).



Diante desse monte de contradições entre os seres considerados verdadeiros do mundo imaterial, fica muita dúvida a obstar a aceitação desse entes espirituais como reais. Mas, para quem é do meio, talvez até apareça uma outra saída também.

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