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Cartas-->OS MORTOS DE SÃO PEDRO -- 11/02/2006 - 11:44 (ANTICRISTO) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
O conteúdo abaixo é uma mensagem que recebi de uma leitora e a resposta a ela.

"Mensagem referente ao texto ONDE ENTRA A CIÊNCIA - Artigos.
Enviado Por: juliana
Da cidade : ponta grossa
Amigo

"Ninguem terá o entendimento da palavra de Deus se nele não habitar o Espirito Santo.
Quanto a colocação na ultima parte do seu texto de 1 Pedro 4 5 6, seu entendimento está errado, o mortos são aqueles que como vc ainda não nasceram de novo, é aquele coração que precisa ser quebrantado, aquele vaso de Geremias q precisa ser quebrado e ser refeito novamente. Cristo é a vida verdadeira vida todos são mortos se não aceitarem o novo concerto, o sangue da nova e eterna aliança.
Que Deus o abençoe e que revele como revelou ao cientista a verdade. Joao 8 32.
Seja livre!" (Mensagem recebida em 10/02/2006).


RESPOSTA:

Cara ...,
A sua interpretação é a de uma pequena parte dos cristianismo, aqueles que não aceitam a crença na imortalidade da alma, crença essa mais abundante na maioria dos ramos cristãos.

Todavia, uma leitura bem atenta da carta do apóstolo Pedro nos dá a entender que ele pertencia ao grupo que crê que temos uma alma imortal a viver independente do corpo. Veja atentamente I Pedro, 3: 18, 19:

"Porque também Cristo morreu uma só vez [morreu de verdade, literalmente] pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; sendo, na verdade, morto na carne [não figuradamente, mas morto mesmo], mas vivificado no espírito [aí está a crença na entidade imaterial]; no qual também foi, e pregou aos espíritos em prisão; os quais noutro tempo tempo foram rebeldes, quando a longanimidade de Deus esperava, nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca; na qual poucas, isto é, oito almas se salvaram através da água".
Queria ele dizer que Cristo, morto no corpo, pregou através do espírito (entidade imaterial que sobrevive à morte do corpo) aos "espíritos em prisão, os quais noutro foram rebeldes"; o outro tempo foi "nos dias de Noé". Eu não estava vivendo nos dias de Noé, nem ninguém que vivia nos dias de Jesus teria vivido nos dias de Noé. Não há dúvida de que ele se referia aos espíritos das pessoas que não deram ouvidos a Noé "enquanto se preparava a arca". "Pois é por isto que foi pregado o evangelho até aos mortos" (cap. 4: 6). Isso é a crença que ele adotou e usou para fazer adeptos para religião. Não eram todos os cristãos que criam assim; mas ele sim, como ficou bem claro na sua carta. Segundo cria ele, haveria nos dias de Jesus uma porção de espíritos em prisão, os quais teriam tido corpos carnais nos dias de Noé e não teriam dado ouvido ao Patriarca. E Jesus, após a morte, teria ido pregar a esses espíritos. Assim é que teria sido "pregado o evangelho até aos mortos" (I Pedro, 4: 6).

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