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Crônicas-->PAI , PÃO E CÁLICE... -- 01/04/2011 - 09:09 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Pai, Pão e Cálice...



Trabalha a farinha; trabalhador; fabricando pães para seu senhor. De passos lentos, macios, fala mansa, manhoso, olhos de gato mago, infiltrado no convento das clementinas, papo cem, ganhou a confiança das pinguins do reino dos céus. De novena a novena, bairros a bairros; Beliar, postura de belo e arrumado, arranjando culpado pra tudo e todos, aparentava fisionomia; entre os padres e freiras de: “MEU ANJO”; família numerosa, Madalena sua mulher, serviço brabo, desbastou a pedra bruta com unhas e suor, da filharada, pousada na sombra raquítica palmeira pomposa; briga do casal, corre à casa paroquial, “balança meu bem”, julgado e inocentado diante do pecado Madal; Essa Maria um dia, tentou colocar o nome do velho em sua cria, foi febre, frio e dor de cabeça. O degenerado Zé Bonzinho pousando de bom moço, arrependido do fardo da bicuda, que proporcionou a degeneração das volúpias, tentou burla a lei e só registrar o “marrom” sua preferencia diante dos demais, na cabeça malandra do pai da criação, eram brancos, mais “brancos sujos” em palavras vós digo: Sem lenço e sem documentos, sem raça, nascido na miséria da barriga de uma operaria opilada, dos pilares da imaginação do profeta, presidente da galeria do amor de Pernambuco, formado e dourado no cais de Santa Rita, em épocas nefasta da merda militar, e nazismo que dominava a Europa na loucura do produto social do caráter, cria das sopas frias e escaldada a goela adentro em campos infernais de concentração, “raça branca suja” o mundo assistiu a poderosa Alemanha calar, a subserviência gente Papal na papada do além, no silencio frio, correndo aos corredores da salvação, promessa dos terrenos no céu de cada qual. Esse zepelim gigante pousou ás margens Manguaba, mãe natural de um povo oprimido. Diante dos podres poderes na lei da manipulação das “Caras de Jaca” e “Cabeças de Pomba”. Falas, convívio com doutores, pensões tantas. A orelha grande do filho de Ana Dias aprendeu e executou na terra apilada, pilares da engana ação, Katinga as “Aza lagoas,” no calor das cores primitivas, para o tal pardo ditador, a “responsabilidade social” na ideia dele; A força feriu a beleza, sabedoria, ensinamentos da fé falada aos templos Apostólicos Cristãos e Romano. Dom Salgadinho cagado, e papel limpo, legal; Diante acordos, das politicas partidárias, terra de Artur Ramos, cabeças de bagres, que pelejam, na boca colada, dos grudes da jaca politica da terra do finado, prefeito “Senhor Bode Frederico”, adentrava todas as manhãs, nas casas Pilarense, natural bom dia diante de outros animais que dilapida o erário Caeté. “Rato Branco” a largos passeios, planejando seus desejos maquiavélicos, sonsa intensão de “Davi”; Tudo a Salomão e morte passiva e subserviências aos demais. E assim pensa a velha depenada raposa antes de deitar em seu leito, para descanso da covarde carcaça de espirito mesquinho, formou seus diabos, para devorar a própria cria. A caixa de pandora, seus males a margem santa, de uma lagoa suja.



Paz na Terra aos Zés Mansinhos de Boa Vontade.

A Cordeira Madalena que Pague o Pecado Caeté.



Vai a Paz



Padre Bidião.



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