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Crônicas-->JUDAS, O BEIJO A POLITICA -- 10/03/2011 - 11:03 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
JUDAS,O BEIJO A POLITICA





Perdão por Não Ser Santo e Pecar Tanto... O amor cura existe na grandeza gente assentida, alimenta a ALMA. A dialética é atraente em pensares, revolucionando o Amanhã do comum que José filho do carpinteiro historicamente trabalhou o universo e buscou o "SOL" luz em metáforas, o dá a CESAR o de CESAR, A Deus o de Deus. “A deusa o AMOR, Cesar “madeira”, visão “CRISTO” na pacifica reinação, sensível à matemática cósmica, exatidão das divisões”. Roma Caeté degenera o novo “ISCARIOTE” a momento Judas da cidade do “MATO BOM” serrando pau para cada “SENHOR”. A ceia natalina, o tapete vermelho, Peru de canga para o ar, o pão ao vinho, caixão de coração de nego, batismo, o teatro de Herodes, o beijo partido, politica fria besta e partidária, o coronel, cabeça de fosforo, protestante, a lapinha e o pinto grudado na madeira de pius horríveis para a alegria dos homens, o burro carregador de imagens, o marechal e suas medalhas carnavalescas, o quebra santo, Manguaba cagada, pecador, o tolete no niquim, o pó do cimento, ré na educação, pilar social apilado, alunos dando bom dia a cavalos, a subtração dos pães, bebê de Rosemary, o prato e a mão, os esgotos na marginal, saúde em sono eterno, meu boi cevadinho, a verba de gabinete, palha de cana aos olhos de Temis longe do céu, mas perto dos canaviais Katingado das Aza lagoas. O jantar do pastor, falas aos ouvidos dos irmãos: Meu irmão quem tem um tostão vale um Tostão e que tem um milhão vale um milhão, misturando forró do pai Lula com a folia caeté batendo inocentemente zabumbas tantas no calor escaldante. O patrão nas Américas em Miaus tantos no chiado de sua gata manhosa. Força, pílula e excitação, seu jumento velho proporciona prazeres à noviça de caneco pra cima no vai e vem sem o calor da volúpia da degenerada machucada, calibrando e dando corda no relógio do cansado peito, agitando a circulação apodrecida, desfilando com a neta-esposa e beiçola América-nal, açoitando a raiz da chêba dela, na força do barro marrom e cabeça murcha, na pressão do papeiro da silenciosa bestinha. Rolando em rola ações a cabeças dos: batistas. Profetas da Vida, messias, Josés, Marias, Madalenas e a ressureição do sem dor Incitatus nu seu gabinete “doutor” impera cavala mente, o “NÃO” aos desejos do torrão, satisfazendo seu cálice, na gula da sede Calígula e fitando a miss 69 na poeira sinimbu da esplanada do antigo engenho, introduzindo sua cana caiana no moedor fedido da vera na dor folgada de uma ródia de tantas penetrações analógica, pastorada nos terreiros de Ana Dias de somas tantas, um pra eu e um pra tu, balançando o Caetano no roteiro da lagoa dela, Wanderléa, boleia de caminhão Ford, a lar vanca na mão e beiços lambidos, a famosa Odete tubarão.

Paz na Terra aos Incitatus de Boa Vontade.

O Cordeiro Caeté que Pague o Pecado Açucarado.

Vai a Paz

Padre Bidião.

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