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Artigos-->Acabar com a violência (II) -- 20/06/2001 - 21:42 (Roberto Correa) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
. ACABAR COM A VIOLÊNCIA

Roberto Corrêa



Para acabar com a violência somente são necessárias duas medidas: primeiro, não fazer a apologia dela , para tanto deixando de se promover a divulgação dos fatos criminosos ( roubos , sequestros etc.), sobretudo e principalmente na tevê; segundo, educar infância e juventude dentro dos princípios éticos e cristãos (ensinar o Decálogo, com ênfase para o 5º e 7 º mandamentos, não matar, não furtar). Vê-se que são medidas difíceis (há os interesses opostos, "as forças ocultas" ), mas o único caminho , sem fantasias , de se promover o retorno - a médio prazo-, da relativa paz , como se desfrutava nas décadas de trinta (30) a cinquenta (50). Fora disso, teremos de nos conformar, esperando milagres no século XXI.

Esse texto enviei para a coluna dos leitores de jornal de Campinas. Podemos desenvolvê-lo um pouco, para torná-lo mais esclarecedor e - quem sabe -, de maior utilidade. O homem é ignorante. Está sempre a apreender. O melhor ensinamento, todos reconhecem, é aquele que penetra pelos olhos, se possível com informações orais. Ora, o que a televisão projeta em suas telas é um excelente conhecimento. Se exalta ou simplesmente noticia o crime, sem o condenar com rigor, promove a divulgação do mal que a todo momento deveria ser recriminado. Não há como se posicionar a favor de qualquer programação televisiva, com exceção das boas , é evidente.

A televisão, como aparelho que se encontra em quase todas as casas, deveria pautar seus programas pela informação e recreação plenamente saudáveis. Infelizmente, todos sabemos, a maioria dos programas ( sobretudo , os policialescos e erótico-pornográficos), são inconvenientes para a formação das crianças e jovens. Aí se encontra, sem dúvida, a raiz número um da violência , que a sociedade em peso deseja extirpar. Enquanto não for eliminada essa causa ( o será no século XXI ?), todas as medidas que se tomarem não passarão de paliativo e de simples minimização da violência.

Se algum dia se extirparem essas deletérias programações, se passará para a etapa formativa, consistente nos ensinamentos éticos de início referidos, ministrados nas Igrejas, escolas e famílias. Tudo isso fazia parte da educação tradicional, mas o chamado modernismo suprimiu essa básica instrução com permissivismo excessivamente liberal. Também, a instrução moral ou ética sem se efetivar aquela "limpeza" d alma, certamente não produzirá os desejados frutos. Esperamos, de qualquer forma, que um dia a violência deixe de ser tormento rotineiro para se tornar escassa exceção, aprisionada definitivamente, nos tristes porões do comportamento humano.

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