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Artigos-->Acabar com a violência -- 20/06/2001 - 14:01 (Roberto Correa) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
. ACABAR COM A VIOLÊNCIA

Roberto Corrêa



Acabar com a violência é coisa tão simples que o complexo e agnóstico homem contemporâneo não admite que assim seja, por inominadas razões, inclusive porque se exigiria o reaprendizado moral propugnado pelas religiões cristãs. Para ser curto e imediatista digo: a distribuição maciça e permanente do antigo (mas sempre atual), catecismo da doutrina cristã (1º e 2º) em todas as paróquias e colégios, naturalmente seguido de explicações pelos instrutores respectivos, seria a fulminante arma para se combater a violência e todos os demais crimes.

A solução parece simplista, ingênua e até risível – e é assim que ela é rejeitada (além de outras óbvias objeções – todas influenciadas pelas forças ocultas e pelo “supremo” comandante infernal - ) -, mas é de profundidade espantosa, porque alcança o cerne da alma humana. As gerações que em breve adentrarão o século XXI, se encontram desalentadas – quanto ao aspecto da violência e criminalidade -, e o conhecimento delas se cinge aos lugares comuns do desemprego e da pobreza para culparem a situação reinante. Não,” minha gente”, expressão que proclama excelente professor para o sucesso, o que realmente está exacerbando a criminalidade, ao ver dos cidadãos de bom senso, é a absoluta falta de fé em Deus, ausência dos princípios religiosos, inclusive de manual ou roteiro para se salvar a alma e o corpo.

Não se trata desses roteiros “explicativos” de funcionamentos de videocassetes , computadores ou telefones celulares de que ninguém entende nada ( há um pouco de hipérbole na afirmativa), mas em tais roteiros - diga-se de passagem -, só os bens iniciados na cibernética alcançarão o reino dos céus... Mas, continuando o assunto da falta de fé, temos de seguir o ensinamento evangélico de Jesus, que perguntado sobre o que se deveria fazer para conseguir a salvação eterna, respondeu : “observai os mandamentos”. Esses mandamentos para serem observados precisam ser conhecidos e eram conhecidíssimos , em tempos que já se podem considerar distantes, através dos famosos catecismos que poucos ignoravam e muitos sabiam de cór.

O pecado e o crime existiam ( e sempre existirão até o final dos tempos), mas eram suportáveis, reconhecidos e devidamente combatidos. Hoje estão insuportáveis, se encontram mascarados e ao invés de rigorosamente combatidos (pois devia ter havido um aperfeiçoamento nos atos humanos nesse sentido), são estimulados pela tolerância e larga permissividade, em face da respeitabilíssima lei magna “é proibido proibir” (instituída por lobos satânicos travestidos de cordeiros). Os níveis de suportabilidade se tornando inaceitáveis, esboçam-se reações e dos quatro cantos clamam-se por soluções e por medidas radicais que resolvam tais problemas. Tudo será inútil, ou meramente atenuante, paliativo, um medicamento inócuo, um placebo, se as exigências divinas, milenarmente previstas não forem seguidas.

O ensino do catecismo, que indicaria a forma de se aproximar de Deus e com Ele estabelecer alianças salvadoras, é solução simples, ao nosso alcance. A moderna empresa gráfica é rápida, pode ser econômica e permitiria que a mensagem salvífica fosse bem difundida. Com o pábulo espiritual em suas mãos, ninguém sentiria mais fome e a caminhada seria sempre para a frente. Evangelizar é catequizar. Complementando a evangelização, a educação cívica nas escolas e o policiamento da tevê (impedindo a propaganda de “venenos psíquicos” –veja portanto que não se trata de censura, mas de espírito educativo-), em breve tempo será possível a recuperação do combalido homem contemporâneo. As experiências passadas, principalmente quando bem sucedidas devem ser imitadas e perseguidas. Ainda há tempo de se acabar bem este século XX e, com as graças do jubileu 2.000, aguardar com esperança o primeiro século do terceiro milênio!

Escrito em junho do ano 2.000.
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