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Humor-->TOLERÂNCIA, ZERO -- 23/07/2006 - 12:36 (GERMANO CORREIA DA SILVA) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
TOLERÂNCIA, ZERO
(Por Germano Correia da Silva)

Um trabalhador urbano, após realizar suas tarefas diárias dentro do seu horário normal de trabalho, dirige-se à sala do seu encarregado e diz:
- Senhor, eu já fiz tudo o que tinha de fazer hoje, posso ir embora?
O encarregado, um daqueles gestores mal-humorados, capazes de tirar do sério até a pessoa mais calma do mundo, põe as mãos na cintura e pergunta:
- Por acaso, você já marcou o seu cartão de ponto? Já apanhou a sua bolsa com os seus pertences pessoais que estão lá no seu armário?
O trabalhador, sem entender direito aquela atitude inesperada do seu encarregado, a qual dava a entender que ele planejava demiti-lo, responde:
- Ainda não, senhor. Mas por que o senhor está me fazendo essas perguntas?
Demonstrando muita irritação diante do que acabara de ouvir de seu subordinado, o encarregado solta as mãos que ainda se encontravam na cintura e dispara:
- Não me amole, rapaz! Se você ainda não marcou o seu cartão de ponto e se ainda não apanhou a sua bolsa lá no seu armário, porque então me disse que já fez tudo o que tinha de fazer hoje? Vá marcar o seu cartão de ponto, apanhar a sua bolsa com seus pertences pessoais e vá embora!
O trabalhador, meio atordoado, sem entender o que se passava na cabeça do seu encarregado, tenta ser gentil com ele e faz a sua última pergunta:
- Senhor, há algo mais que eu possa fazer pra lhe ajudar?
E o encarregado, olhando nos olhos do trabalhador, dispara novamente:
- Claro que você pode me ajudar. Vá, agora, para sua casa, cuidar dos seus afazeres pessoais e volte aqui somente amanhã.
- Estamos combinados, rapaz!?
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