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Crônicas-->CRISTO, O HOMEM IDEAL -- 15/03/2009 - 10:59 (Umbelina Linhares Pimenta Frota Bastos) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
. Cristo, O Homem Ideal

Certo dia apareceu um homem, entre milhões de habitantes terrestres. E este homem veio a tornar-se o centro da história da humanidade. Não fez descobertas e nem invenções. Não derrotou exércitos e nem escreveu livros. Não fez nada daquilo que a outros homens garantem a imortalidade. O que nele havia de maior, era ele mesmo.
Após o ano de seu nascimento datam todos os povos cultos. Possuia esse homem exímios dotes de inteligência e infinita delicadez de coração. A sua vida se resume numa epópeia de divino poder e num poema de amor humano.
Havia na vida desse homem, uma pátria e uma família. Mas também , um exílio e uma grande solidão. Havia inocentes com sorrisos nos lábios e doentes com lágrimas nos olhos. Havia apóstolos e apóstolas.
Desabrochava no caminho desse homem a mais bela das primaveras e espreitava-lhe os passos a mais negra das mortes.
Esse homem vivia no mundo, mas não era desse mundo. Quando chegou, não havia lugar para ele na estalagem e quando partiu, só havia lugar numa cruz entre o céu e a terra.
Esse homem não mendigava amor, mas, todas as almas boas o amavam.
Era amigo do silêncio e da solidão, mas, não conseguia fugir do tumulto da turba, porque todos o procuravam.
Irresistível era o fascínio da sua personalidade. Todos sentiam o envolvente mistério de sua presença, mas, ninguém sabia explicar esse estranho magnetismo. Era uma luminosa incógnita . Esse homem não bajulava nenhum poderoso e não espezinhava nenhum miserável. Transparente como um cristal era o seu caráter, forte sua personalidade e, no entanto, é o maior mistério de todos séculos.
Esse homem não repudiava Madalena, nem apedrejava as adúlteras, mas, lançava às penitentes palavras de perdão. Não abandonava ovelhas desgarradas, nem filhos pródigos, mas, cingia nos braços uns e levava nos ombros aos outros.
Esse homem não discutia, simplesmente falava. Não utilizava de discurso elaborado, mas quanta verdade na singeleja de suas palavras!.
Para ele, a morte não era o ponto final da existência, mas, o berço para a vida verdadeira. Por isto, vivem por ele e para ele os melhores dentre os filhos dos homens, porque eles o adoram. Ele é o homem ideal, o homem DEUS.
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