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Erótico-->Gabriela (um conto de fadas de Amor, Tesão e Lágrimas) -- 19/09/2007 - 17:25 (Ulisses de Abreu) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
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Gabriela (um conto de fadas de Amor, Tesão e Lágrimas)

Gabriela transou pela primeira vez aos 13 anos de idade, foi seu padrasto com o consentimento da mãe, que tirou sua virgindade e a fez chorar e gemer a dor do sexo sem amor e sem piedade. Contudo, ela ainda viria sentir o peso do corpo e da tara daquele homem muitas outras vezes. Desde o início, ele a queria só pra ele, transava com a mãe e com a filha da mãe... Colocava a filha para assisti-lo possuindo a mãe e fazia a mesma coisa com a mãe enquanto possuía a filha. Numa daquelas cenas de sacanagem e covardia que, a gente tantas vezes vê serem publicadas nas paginas podres da net e dos jornais. Entretanto, aos 15 anos de idade, Gabriela se viu livre daquele homem e da sua mãe ao mesmo tempo, mas, infelizmente para ela, de uma maneira trágica. Num acidente de moto, violentíssimo, o destino deixou Gabriela órfã aos cuidados de uma tia, que ela não via já fazia oito anos.
Gabriela mudou de cidade, deixou para traz a pacata cidadezinha do interior de minas e foi morar com a sua tia em são Paulo, no Capão Redondo. Chegando lá, Gabriela Reencontrou seu primo Roberto, do qual ela tinha apenas vagas lembranças, no entanto, pela maneira como ele a olhou, medindo-a centímetro por centímetro de cima para baixo, de baixo para cima, dando uma parada nada discreta e ao mesmo tempo penetrante bem no meio do decote da blusinha dela que, ela pressentiu que o primo era um belo de um safado. Roberto tinha 28 anos de idade, e viu naquela priminha de 15 aninhos de pura gostosura e beleza a sua grande chance de pela primeira vez na vida, fazer amor com uma princesa, sim, ela não era como aquelas meninas do bairro, que todo mundo pegava e aos 15 anos já estavam todos fudidas e drogadas. Ela era muito diferente, e ele a queria e a desejava como nunca desejou nenhuma outra mulher na vida.
Gabriela era uma daquelas meninas mulher, cujo corpo fora esculpido cuidadosamente pelas mãos de Deus, tinha tudo na medida certa e no tamanho que todo homem gostava, seios fartos porem, duros apontados para o horizonte, lábios carnudos, umedecidos freqüentemente por sua língua de uma maneira espontânea e extremamente sensual, sua pele tinha a cor do pecado, morena clara, olhos negros e um quadril bem largo; que quando ela andava, transformava as ruas em passarela e ao contrario daquelas modelos esqueléticas, Gabriela, exibia uma bunda farta, empinada cujo rebolado mais parecia uma daquelas danças de acasalamento, tamanho era, o encanto e a excitação que em todos os homens ela exercia.
Alguns dias depois, numa tarde em que La fora uma chuva fina caia mansa e suavemente, lavando o pó de asfalto das pétalas das flores nos jardins das praças. Gabriela penteava seus compridos e ondulados cabelos castanhos em frente ao espelho pregado na porta do guarda roupas no quarto da sua tia. Ela se olhava e se sentia linda, como não se sentia já fazia um bom tempo. Tentava com a ajuda de um sorriso doce e meigo que, agora lhe enrubescia a face, esquecer tudo o que havia vivido semanas atrás, quando a mãe e o padrasto ainda eram vivos. Então ela viu pelo espelho, quando Roberto entrou no quarto, virou de frente para ele e quando ia dizer alguma coisa... Ele a beijou e naquele momento Gabriela sentiu seu corpo tremer e aquecer de uma maneira como ela nunca havia sentido antes. Ele a jogou apressadamente na cama da mãe, e a beijou compulsivamente a boca, o pescoço e os seios. Gabriela, numa mistura de espanto, medo e excitação, mal teve forças para sussurrar uma palavra que o fizesse parar... Ele sabia que ela estava gostando, sentia isso quando a beijava, e por isso ele não parou e em seguida despiu delicadamente a sua princesa e, como um cãozinho apaixonado e sedento, lambeu a flor úmida e perfumada da sua priminha por quase uma hora. Ao contrario do que ela esperava, ele não a penetrou, simplesmente retirou sua cabeça do meio das pernas dela e disse: - você é a mulher mais linda e saborosa que eu já conheci minha linda e doce Gabriela. Em seguida, ele a beijou na face e saiu do quarto tão rápido e silencioso quanto havia entrado.
Gabriela vestiu-se, voltou para frente do espelho e viu uma mulher feliz e ao mesmo tempo confusa. O que aquele homem havia a feito sentir não se comparava a nada que ela já havia sentido. E o que os seus olhos brilhosos e repletos de ternura tentavam lhe dizer era que na verdade ele a havia feito gozar pela primeira vez; mais que isso, ele a fez gozar tantas vezes que ela a partir de um determinado momento já não sabia mais onde estava, sabia apenas, que, o que ela estava sentindo era à melhor sensação que ate então já havia sentindo na vida. E para isso, ele nem precisou penetrá-la, ele não a penetrou e não a deixou fazer nada por ele. Que homem era aquele, que satisfaz uma mulher, e depois vai embora sem pedir nem tomar nada em troca? Então ela se deitou novamente na cama e chorou, só que desta vez de pura felicidade...
No dia seguinte, sentados a mesa, os três tomavam café, a tia de Gabriela contava uma historia de sangue, vingança e lagrimas; que tanto Gabriela quanto Roberto, ignorava. Dentro deles, cada um a sua maneira ia construindo sua própria historia, na qual, só o amor e nada mais que o amor importava. Gabriela olhava dentro dos olhos de Roberto e imagina de uma forma ate certo ponto angustiante se não teria sido melhor que ele tivesse ido ate fim, ela não era mais virgem, e se ele tivesse entrado dentro dela, isto agora, já não teria a menor importância. Quando finalmente ficaram sozinhos, antes que ela novamente dissesse uma única palavra, ele a beijou apaixonadamente, depois a olhou bem dentro dos olhos e disse: - eu prometo minha princesa, que eu serei pra você exatamente o oposto do que lhe foi um dia aquele canalha que a cega da sua mãe tanto amava. Então Gabriela sorriu! E o seu sorriso atravessou o corpo de Roberto e vazou pela porta e pelas janelas da casa e foi inundando as ruas e todas as outras casas do bairro; transformando aquele dia em um dia de sol e de alegria como nunca se viu no Capão. E naquele dia, todas as pessoas do bairro, contagiadas por aquela luz de amor, experimentaram o verdadeiro significado do amor, da esperança e da paz por pelo menos um dia...
Causadores inconscientes de toda aquela luz de amor, Deitados no sofá da sala, Gabriela e Roberto completamente nus e apaixonados se amavam como dois animais no cio, e também como homem e mulher eles se amavam, ela de quatro, sorria e gritava, ele a possuía e a chamava de princesa, de amor e de putinha... Gabriela e Roberto então gozaram juntos, e gritaram juntos, ecoando a dor gostosa de um longo orgasmo pelos quatro cantos da sala. Depois, adormeceram juntos, e viajantes de uma mesma nave de amor e sonhos lindos, desejaram nunca mais acordar e nunca mais acordaram...


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