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Contos-->PASSEANDO EM TOULOUSE -- 19/04/2020 - 22:49 (Dalva da Trindade S. Oliveira (Dalva Trindade)) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

               Passeando em Touluse

Momentos interessantes devem ser lembrados com carinho.
Estava eu num bistrô, com amigos, em uma tarde na bela Cidade de Toulouse, na França.
Conversávamos agradavelmente em um ambiente bastante tranquilo. 
Resolvi sair um pouco para conhecer os arredores próximos.
A rua era bonita, mas estranhei que raramente visse alguém. Apesar desse fato, segui em frente, cruzei uma rua e entrei em uma loja de variedades, toda envidraçada e bem organizada.
Fiquei pouco tempo no local, só para satisfazer a curiosidade de ver alguns objetos diferentes. 
Saí para voltar ao bistrô e, do passeio, vi em frente três ruas muito semelhantes. 
Eu não conhecia a Cidade e optei por uma delas; saí a caminhar, porém percebi que estava errada e retornei. 
Da mesma calçada anterior olhei e segui na direção de outra rua; fui observando, mas não identificava o local onde estavam meus amigos. 
De repente vi um restaurante bem diferente e com várias pessoas.Como havia muitas portas e janelas de vidro, era fácil observar suas características. 
Ele tinha um formato de meia lua invertida, acompanhando uma leve curva da rua. Na parede do fundo havia um balcão estreito em toda a extensão, com pessoas sentadas em bancos altos, individuais, fazendo as refeições. Pelo salão, algumas mesas espalhadas.
Vi que era um restaurante com um cardápio característico, repetido com pequenas diferenças entre os clientes... 
Pães redondos como um prato de sobremesa, de característica artesanal, queijos diversos também arredondados e presuntos. Curiosamente, eram acompanhados de uma bebida num pequeno cálice cilíndrico, que poderia ser conhaque, vinho do Porto rosé ou um licor, como o Cointreau. 
Percebi, então, que outra amiga já estava no Restaurante e me acenava. Ela e outra conhecida já haviam solicitado as refeições, que satisfaziam as três.
Faltava o que mais me intrigou: o pequeno cálice para a bebida.
Solicitei ao garçom que estava próximo "deux, non, trois calices". 
Ele retornou, sorrindo, com os pequenos cálices, e eles tinham um formato delicado de tulipa, o que os tornou mais especiais, pois os outros eram cilíndricos.
Fiquei o final da tarde neste Restaurante e não voltei a encontrar os amigos no Bistrô. Estava em boa companhia também.
Foi uma experiência muito agradável, mesmo tendo sido só um sonho.

         Dalva da Trindade S Oliveira
                 (Dalva da Trindade)
                         19.04.2020

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