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Poesias-->NÉVOA QUENTE -- 09/07/2001 - 04:09 (João Ferreira) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos






NÉVOA QUENTE

Jan Muá





Não há tardes frias nem cinzentas

Na alma onde o sol brilha feliz e quente

Escaldando teus beijos nas areias da praia



Não há tardes frias

Onde há memória de fogo e ardentes caminhos

Banhados em labaredas de sol



Não há tardes caladas quando teu corpo incandescente

Lembra e alimenta desejos de prazer

Nos lábios recônditos de entranhas vulcânicas



Não há tardes frias quando tua vontade de posse

Tem prontas as lanchas de busca de pérolas e conchas

Luzentes no fundo do mar...



Não há tardes indiferentes quando teus braços, teus seios e teus beijos

Mobilizados em teu corpo sensibilizam

Tua pele num mundo pleno de desejos



Não há tardes de ontem quando são de hoje

As estradas caminhadas e a mistura de formas

Num tempo real vivido e sentido

Em fervorosa e cálida atmosfera de paixão.





Dia 9 de julho de 2001

Jan Muá

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