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Contos-->UM GATO DIFERENTE -- 11/04/2016 - 09:38 (GERMANO CORREIA DA SILVA) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

UM GATO DIFERENTE

Era uma vez um cidadão de educação refinada que conseguiu ensinar seu gato de estimação a segurar um castiçal de prata, portando uma vela acesa, durante o jantar diário.

Aquela atitude extremamente “educada” de seu felino era para ele motivo de orgulho e chegou a lhe render comentários acalorados nas suas rodas de amigos.

Certo dia, enquanto descrevia com detalhes a “atividade doméstica” do seu animal, ele foi desafiado por um amigo que duvidou que o animal agisse de tal maneira, ainda que ele tivesse sido bem orientado (domesticado) e disse:

– Só acredito vendo. Até chegar esse dia, continuarei achando que é um grande exagero de sua parte – insistiu.

Desafio aceitado e ali foi combinado o dia e hora da exibição do modo diferenciado do gato se portar e isso ocorreria num jantar na casa do desafiado no fim de semana vindouro.

Desde que esse mundo é mundo de homens e gatos, é sabido que os animais de estimação, na sua totalidade, agem por instinto e/ou por “conveniência animalesca”. A verdade é que tem de ter comida à disposição deles e muito carinho por parte de seus cuidadores e por conta disso alguns deles agem quase como se humanos fossem.

Finalmente, era chegado o dia do desfecho do desafio. Muita comida e bebida à mesa, uma pessoa estranha no local e o gato estava ali, serenamente, segurando o castiçal.

Num dado momento, uma pequena caixa de papelão foi aberta pelo visitante e um ratinho pulou de dentro dela, fazendo com que o gato arremessasse o castiçal de prata longe do alcance do anfitrião e de seu convidado.

O dono do gato de “hábitos polidos” acabava de ser desmascarado, isto porque ainda que bem domesticado, nenhum gato nasceu para segurar castiçal, tendo à sua frente um rato saltitante e arteiro.

Moral da história: Gatos, mesmo aqueles bem domesticados, não nasceram para segurar castiçais, pois eles adoram correr atrás de ratos; ora para comê-los, por uma questão instintiva de sobrevivência, ora para usá-los como peças de brinquedos, principalmente quando há bastante comida a sua disposição no seu habitat.  

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