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Crônicas-->COISAS NO CÉU - UFOLOGIA? -- 08/12/2007 - 16:26 (Orlando Batista dos Santos) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
À noite ocorrem coisas no céu que até astrônomo duvida. É certo que, com seu potente telescópio bisbilhotando as profundezas do universo perseguindo galáxias, nebulosas planetárias, estrelas gigantes, de nêutrons, anãs brancas e marrons, supernovas, buracos negros... não vai querer perder tempo com histórias quase sempre mal contadas de luzes e de objetos zanzando pela atmosfera do planeta terra, e nem querer saber de etezinhos que sequer conseguem comunicar suas reais intenções quando estão excursionando, dizem, por nosso acanhado orbe.
Eu que sempre tive grande fascínio pelo céu, confesso que nossas noites nunca estiveram tão infestadas por estranhos objetos voadores, identificados ou não como agora. Será por causa disso que o romantismo dos poetas e dos amantes anda tão em baixa em nosso século?
Quando a noite chega, bato o olho lá em cima e mato a charada: aquilo é um avião, e pela altura e velocidade vem da Europa sem fazer escalas. Balão com fogo é fácil identificar, pois o bicho sobe, sobe e fica lá em cima como quem não quer nada, mas de olho no mato seco, para desespero dos ecologistas e dos bombeiros. Satélite é a coisa mais boba do mundo; sempre na mesma hora, trajetória e velocidade, passa aquela luzinha insossa, sem graça mesmo, feito um fantasma triste vagando na noite. Agora, estabanado como o foguete ainda não vi: voa fazendo zig-zag como a driblar meteoros e lixo espacial, mas como dizem que são teleguiados, fico a imaginar as razões para tantas barbeirices, e a quem imputar a responsabilidade em caso de algum acidente grave.
Para falar sério de minhas observações espaciais, escolho a dedo meus interlocutores, e por razões muito óbvias: poucos estão disposto a acreditar. A única vez que o fiz sem os cuidados necessários, fiquei arrasado. Foi assim:
Numa madrugada de 1999, deparei-me com uma luz no céu que, para meus cálculos, não fazia o menor sentido tratar-se uma estrela, de avião, de balão, e muito menos de satélite, foguete ou coisa correlata. Naquele mesmo instante, uma grande aeronave, aí sim, passou cruzando o céu de norte a sul. Para meu espanto, a “luz estranha” deslocou-se agilmente, liberando outras duas luzes menores, que dirigiram-se para o “rastro” da nave humana, permanecendo ali algum tempo, e depois voltando para o ponto luminoso de onde saíram.
As cenas fora do comum permitiram-me imaginar que naquele exato momento cientistas intergalácticos deveriam estar investigando os gases expelidos pela máquina terráquea, longe de pensar em homens verdes mal-encarados que disparam a torto e a direito armas à laser só com a força do pensamento. A visão daquela manhã deixou-me extasiado!
Chegando ao trabalho, mal avistei os colegas e já fui relatando as observações da madrugada. Meus colegas entreolharam-se com aquele ar de “o coitado pirou!”, indo cuidar de seus afazeres, enquanto eu aguardava para ser inquirido sobre mais detalhes do ocorrido. Inútil; ninguém queria ouvir ou falar de um assunto tão inconcebível.
Depois disso, continuo olhando para o céu e vendo coisas já não tão estranhas. Diria mesmo que são eventos familiares, tanto que já desisti de catalogá-los, como fiz algumas vezes em 2002:
6/3. 5:45 – “estrela cadente” seguindo na horizontal, 5 minutos antes da chegada de uma aeronave, evento que se repetia em outros dias e horários com as mesmas características.
9/3. 23:30 – Uma grande “estrela” que estava parada no céu simplesmente resolveu ir-se embora!
31/3. 22:00 – Uma luz verde-intenso despenca do céu na vertical, apagando-se a poucos metros antes de tocar o chão.
26/7. 22:40 - Duas “bolas de fogo” cortam o espaço na diagonal, apagando-se antes de tocar o solo.
27/7. 18:40 – Duas “estrelas” vagueiam faceiras pelo céu, apagando-se simultaneamente no mesmo ponto.
A observação mais espetacular deu-se numa noite dessas, por volta das 21 horas: Uma luz de formato retangular, um amarelo opaco de 2X4m presumível, como um objeto iluminado apenas interiormente. A luz passou por cima de minha casa a menos de 40 metros de altura e sem o mínimo ruído, visão que, em último caso, valeu como prêmio, por minha mania de adorar a obra do Criador.
Muitos outros fenômenos luminosos continuam a ocorrer com muita frequência, mas somente quem olha para o céu, poeta, amante ou não, é capaz de vê-los, o que permite concluir que de fato existem mais coisas entre o céu e a terra do que nossa vã filosofia pode supor. Mas compreendi que para certas coisas, para muitas pessoas, prevalece ainda o velho conceito aplicado às bruxas: que existem, existem, mas convém acreditar?
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