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Poesias-->Sangue -- 18/06/2001 - 13:13 (Zilton Fioravante Salgado) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos




Da noite ergue-se

O homem que marcado

Pela dor e tempestade,

Amor bárbaro,

Que caminhava pelas veredas,

Sombras pavorosas,

Cheias da violência púrpura,

Nas feridas relembradas

De seu coração



Quando os raios mais dourados

Do sol surgem queimando

O solo com as labaredas fulgentes

Da verdade.

Tais homens sentem a repulsa alva

Que arde em seus olhos como o fogo,

Que penetra mais agudamente

Rasgando-lhe a carne e as emoções.



Mudanças parecem acontecer

De forma fria, lenta e profunda.

Transformando os mais sedimentados

Sentimentos rochosos do interior.

Cria-se a guerra do homem,

Que luta com seu próprio sangue

Pelo domínio do seu corpo.

A luz vem a brilhar em poucos pontos

De seu ser. Mas a batalha vai continuar.

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