Usina de Letras
                                                                         
Usina de Letras
81 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 

Artigos ( 59142 )

Cartas ( 21236)

Contos (13107)

Cordel (10292)

Crônicas (22196)

Discursos (3164)

Ensaios - (9441)

Erótico (13481)

Frases (46534)

Humor (19286)

Infantil (4462)

Infanto Juvenil (3733)

Letras de Música (5479)

Peça de Teatro (1337)

Poesias (138253)

Redação (3054)

Roteiro de Filme ou Novela (1060)

Teses / Monologos (2427)

Textos Jurídicos (1945)

Textos Religiosos/Sermões (5528)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Contos-->Lagoa azul ( texto reeditado) -- 25/08/2017 - 21:19 (Adalberto Antonio de Lima) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
. Abortou as lembranças da Quinta da Boa Vista e aterrissou no sítio. Olhou uma gigantesca mangueira carregada de frutos e disse com doçura:
—Lindo!
— Obrigado. Eu também te acho linda.
— Não estou falando de ti, Bobinho! Falo delas...
— Além de bonitas aquelas mangas devem ser doces, vamos levar algumas quando formos.
— São lindas, mas estou falando do casar de maracanãs trocando carinhos no galho.
— Parece que se beijam, enquanto catam piolhos, ou catam piolhos, enquanto se beijam.
— Não estão catando piolho, bobinho!...
Furtivamente, Robert a beijou, meio meio fora de prumo. A moça tremeu palpitante como tímida perdiz alencarina.
— A natureza é mãe e mestra, disse ele, tremendo a voz, os lábios e as pernas.
Tudo tremeu, saiu do prumo, depois aprumou a conversa:
— Viste A Lagoa Azul?
— Sim, é uma linda história de amor que se passa numa ilha. Às vezes viajo na imaginação, e me sinto numa ilha deserta...
A pergunta caberia outras respostas. Ravenala teve vontade de dizer que viu estrelas, sentiu calafrios, mas conteve-se.
O tempo parou, o coração disparou.
__ A vida é um poema que espera ser escrito , disse Robert.
Silenciou, mas não conteve os impulsos de seu coração e sorveu, lascivamente, o doce mel dos lábios de ‘Iracema.’
***
Adalberto Lima, trecho de Estrada sem fim...
Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do AutorSeguidores: 1Exibido 439 vezesFale com o autor