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Poesias-->Versos Transversos -- 24/03/2000 - 14:07 (André Leones) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
minha poesia só

fala do que

me cala

do que me cala

em verso

do que

exala meu

inverso quando

em teu reverso



minha poesia é silêncio

no que é silêncio




































CONTINGÊNCIA



Dia desses eu engulo

um vômito meu e morro

do meu próprio veneno.

Morro pela boca, o que não

significa que eu vá parar de falar.

Antes abrir as pernas que

calar a boca, ela me disse

num sorriso católico.

De pernas abertas ela já

não dizia coisíssima nenhuma.
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