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Poesias-->AS DESIGUALDADES -- 29/05/2020 - 19:24 (GERMANO CORREIA DA SILVA) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos

 



             AS DESIGUALDADES



 



Por que será que se vê tanta desigualdade

Num país onde seu povo não é tão diferente?

Ou será que por trás dessa quase verdade

Há pouca gente querendo ajudar sua gente?

 

Nossa Constituição Cidadã, a atual, nos diz

Que perante a lei pátria somos todos iguais

Mas essa assertiva teria sido bem mais feliz

Se não existissem as desigualdades sociais

 

Somos um povo muito trabalhador e ordeiro

Desde a nascente do rio Ailã ao arroio Chuí

Dotado de um espírito deveras hospitaleiro

Que não há igual nem nas histórias de gibi

 

Nosso solo é mui fértil, tudo que se planta dá

Mas pouca gente tem sua terra para esse fim

Quem a tem nunca partilha com o outro de cá

Prefere preenchê-la com seu gado ou capim

 

O camponês não progride na gleba que tem

Nem os latifundiários querem vê-lo melhorar

O que se vê, na verdade, é desejo e desdém

Do mais forte, querendo ver o fracote piorar

 

Os centros urbanos não são muito diferentes

Lá a desigualdade campeia do começo ao fim

Os arranha-céus são cada vez mais imponentes

O mercado de trabalho deles, inexiste, enfim

 

Somos todos iguais, essa é uma dura verdade

Apenas ao nascer e no momento que partimos

Nesse intervalo o que existe é muita disparidade

Entre tudo o que vivemos e o muito que ouvimos

 

Essas desigualdades sociais não deveriam existir

Já que somos todos iguais, brasileiros e cristãos

Ou será que entre nós há quem pretenda desistir

De saciar a sede e a fome de seus pobres irmãos



 


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