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Poesias-->Sangria -- 11/02/2020 - 12:26 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

Sangria

Sangro-me sem bobagens,
Preciso dos teus espinhos,
Para alcançar tuas pétalas.
E delas fazer, meu repouso.
Tal qual um orvalho,
Numa manhã fria de intenso calor.
Um calor que sufoca a dor desse amor.
Ruboriza meu rosto e meu peito bate,
Na batida do bate dor,
Que não conhece a dor de um amor,
Por um jardineiro pela sua rosa.
No rosear ao ar,
Aspirar e expirar.
A paz sorriso do aprendiz,
Por sua rosa, livre no jardim a ser cultivada todos os dias.

Um beijo, minha rosa Jô.

Marcos Palmeira

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