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Poesias-->Ala (dor) -- 24/01/2020 - 18:27 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

Ala dor

Sou esse ser alado no ala dor de uma sensibilidade ausente nesse mundo gente, onde a interação segue por entre espinhos.
Quaisquer palavras lavradas pelo lavra (dor), tento ser ouvido, ouvidor e paciente na inquietude dos desatinos alheios que permeiam um coração alado nas tecnologias que alimentam os piores sentimentos e revelam a máscara mascarando a cada digita (dor). Bebo feito um lobo oco e mais próximo sinto o cheiro de esgoto onde as ratazanas atazanam a inveja de não ser. Se me faço, me desfaço e refaço instantes momentos outrora vividos por um amor sintonia que me fez renascer no enterro de um especial ser. Hoje, a rosa ao chão, repousa e ajuda a viver meus dias inóspitos onde o primata humano, ousa no ousa (dor). Calo-me no cálice tinto e degusto na gusta ação de espinhos que gravam o cravo com dor. Uma mãe me acolheu num momento em que já não mais acreditava no carinho mãe que me presenteou com a herdeira mulher singu (lar) no lá onde o cá me encarou num terremoto. Mas lá, a flor continua a florir me abençoando como filho no profundo amor à vida e à filha rainha dos momentos mais felizes que um homem pode assentir. Herdei da mãe Dona Zita, o afeto, carinho e amor de minha professora que profetiza sem eu sentir, que especial sou. A única a me perceber e me valorizar no amor do tocado nas teclas do piano. Mas a profetiza amor disse ao poeta que sozinho não estou e especial me sinto ao lado da rainha do meu canteiro Cecilia Meireles. Então, cuidemos da vida de cada um no seu cada qual, pois caso contrário vem a morte e nos arrasta sem ter visto a beleza da vida em canteiros rosa com entrada franqueada para loucos. Poucos são os que me percebem e não carecem da necessidade de ser especial diante de uma minoria que ria de minha dor comungada por esse raro sentimento. Minha interação poética renasceu ainda que por solo pisado no pisado daqueles que em vez suspirar amor, exalam rancor.

Marcos Palmeira 

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