Usina de Letras
Usina de Letras
                    
Usina de Letras
52 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 57091 )
Cartas ( 21170)
Contos (12604)
Cordel (10090)
Crônicas (22209)
Discursos (3136)
Ensaios - (9013)
Erótico (13401)
Frases (43732)
Humor (18475)
Infantil (3786)
Infanto Juvenil (2710)
Letras de Música (5470)
Peça de Teatro (1317)
Poesias (138298)
Redação (2926)
Roteiro de Filme ou Novela (1055)
Teses / Monologos (2401)
Textos Jurídicos (1925)
Textos Religiosos/Sermões (4884)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Poesias-->Poesia em cesto -- 25/11/2019 - 16:58 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

Poesia em Cesto

Caçuá aqui! Cesto acolá nos montes Palmares no Quilombo de lombos e ideias na Filosofia geográfica, alto meretrício da cidade, titulada como Moscozinho Pernambucano, avenidas venerias, puberdade precoce, labirinto de Dom Nitus, imperador de Roma dos Degenerados, Senado madrugador, praça central, encenação das artes de Dorus na contra mão do convercional dos pastouros. Uma certa feita o senado poético faz um levantamento das andanças do senador Dom Nitus, Dom Nitus pediu silêncio e ética para não ser citado a tia de alguém que se encontrava na plateia, agitando o cenário na caricatura de Picasso, arte de Dom Dorus, na pena fez um Picasso com traços de Dom Nitus, ao fazer uso da palavra: Denus Claudius senador da freguesia do Ó das Alagoas, cantor do cabaré do Gira Som,  vozeirão parabenizou Dom Nitus e disse és o Macho Men do Una. Enquanto isso com pernas roliças e Atenas Mulher, passa a Titia de uma figura, gritaram em uma voz aurora,bom dia Titia, escolinha do professor Ciça Gorda na padaria do Amor,muita gente a procura de gente, confirma Denus, lá é assim. Durão de Gerais, comentou uma cena da sogra de Ciça Gorda na ira dela e ciume da cerca deu uma tamancada no felino e terminou em samba nos cascos da fera de Ciça Gorda. A Kombi espírita na Luz da lomba voadora aterrizou no aeroporto de Palmares no passe com seus inquilinos de ouvidos, zunindo no mundo espiritual, deixou a poesia escrita nas nuvens passageira na fumaça do adeus, Jesus te ama fechando as portas de seu coletivo, bicuda ficou uns dias a pão e água na saudade da maloca querida, saudosa maloca. O Poeta freia o jegue dele e deságua na poesia como escape da vida gente, adormecendo a pomba no espaço alado do céu invadido. Cinema lunático no retalho das ideias de um mundo passa dor onde os risos são os gritos das esferas rígidas no gira dor na poeira do tempo, o nome dela é rosa a cruz da beleza Mulher que canta o Poeta num templo efêmero, nós passamos reina a vida.

Marcos Palmeira

Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do Autor Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui