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Poesias-->UNAS VECES -- 24/10/2019 - 01:11 (MARIA CRISTINA DOBAL CAMPIGLIA) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

UNAS  VECES

Me gusta la inmovilidad de la noche

que baja del cielo negro con hielo

para hacer dormir a las personas.

Así me quedo como entera

sin los ruidos humanos que hacemos

como torpes marionetas ajustadas.

Somos todos medio parecidos, 

guardamos ocultos gemidos.

Me saco la ropa de títere

cuando me encuentro en la madrugada

y pienso que tengo libertad- toda mía.

A veces me cuelgo del arte ajena

anestesiando mi integridad divinamente

con la música de los que tocan

Somos todos un poco parecidos

guardamos la locura de estar vivos

Mañana vestiré mi uniforme

de camaleón obligado al mecanismo

porque somos casi todos parecidos.

Es por eso que unas veces

sangro y escribo.

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