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Poesias-->Liberdade -- 20/09/2019 - 05:13 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Liberdade

Porque era razão, estava livre e caminhava brigando para da morte se livrar. A impiedosa criação insistia em impor limites, embora fosse tarde, haveria de ser no tempo ser de um ciclo que se renova na mãe, no pai e no filho. Lutava ferozmente com o que ainda restava-lhe de senso vivo, assustando todos à volta nas voltas que a vida dá. Hoje, é choro e pouca conversa, mais tarde, será grito de um quebrar de correntes cimentadas numa dor ininterrupta com uma fome de leão a rasgar-lhe a carne e lambuzar-se de vinho tinto de sangue. O cálice é de poucos e o vinho, alma viva nenhuma deseja verter, pois não há o que saciar. A luta entre os dois lança ao vento, sons de austeridade na realidade sem idade, sem força, sem o coro de um cântico de ação de graças. Tudo é sem graca quando a liberdade não soa nos sinos da catedral, pois o cântico desencantou ao ouvir um som diferente que parido foi por um útero cujo amor nunca foi incubado. A fera assustada, pula do leito, esmurrando o algoz a insistir na prisão da liberdade de outrora quando a autonomia de sê-lo, não fazia questão e sequer notava  sua presença. Liberdade à liberdade!! Salve, salve ó mãe, vosso filho inocente dessa dor pungente que trava o sorriso! Faz uma muda de roupa pra aquecer a dor gente com azul e branco e na dualidade, acende a luz da infinita paz.

Marcos Palmeira
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