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Poesias-->VALIA -- 17/06/2019 - 01:28 (MARIA CRISTINA DOBAL CAMPIGLIA) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

VALIA

Tanto que havia

e quanto valia.

Tínhamos a nós

sem nós de corda

e a delicadeza

sempre estava.

Início de lua

segmento de mar

e quantas nuances

a desembarcar.

Água de poço

daqueles fundos.

Creio que tentei

não contaminar

com datas

tronos de rotina

coisas assim.

E o “que dirão”.

Quando chega o vendaval

e arrasa tudo

leva até o medo de ficar desnudo.

Então fiquei. Até chorei.

Não perdi

porque não sei contar

Agora a luz

da mesma lua

vale por si

mesmo sem ti.

Não é quantificável quanto dói

mas sim o peso do tal amor

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