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Poesias-->José -- 22/04/2018 - 05:43 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
José,



Não é fácil. José das manhãs brasileiras, a cada estação, ferros frios e rígidos, risos mal humorados das esferas girador. Cada partida, uma estação a seguir sem saber, dirigidos por Josés, toma rumo o monstro de ferro. Acima das lágrimas, desaparecendo nas montanhas dos sabes lá. Lá se foi José de Anadia das Alagoas no sonho dos instantes José. Na parede da casa grande, um coração de Jesus com as folhinhas registrando o tempo de 18 invernos. José nos anos 40 de uma era militar, o rio São Miguel desaguou no imenso Capibaribe do grande pai herói pernambucano.

Recife já em sintonia com o mundo no avanço das ideias, vê o filho chorar e pai não escutar. Seguiu José para o aprendizado no balcão de um empresa Suíça e lá aprendeu a gentileza, sutileza e sobretudo, como abortar o freguês na maneira dos suiços. José então, aproveitou a primeira chuvada e desceu nas margens da Mãe Manguaba, lagoa que banha o Pilar, terra de Artur Ramos e do Bode Frederico. Dera bode! Dr. José Júlio Cansanção, a rua que abraçou mais um José que fundou a Casa Palmeira na razão José Palmeira Sobrinho. Loja de tecidos na visão pernambucana. Não é fácil José, e aqui encerro um José de tantos Josés. Cada um que conte uma história do seu José.

A Terra alimenta o calor do corpo quente ou frio na divindade do ciclo a cada ciclo na transformação do ser. Sapateio nas certezas da minha geração, burro e e lento, sigo os momentos terra...
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