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Poesias-->Ambiguidades e silêncios -- 20/04/2018 - 04:37 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Ambiguidades e silêncios



Caminho ora passos firmes ora carregados de incertezas, tais como em dias que a natureza me apresenta chuva e sol. Amanhece e tenho que acompanhar o desfile do dia que me obriga a ser supostamente disposto ao que der e vier, sem a pronúncia de uma só palavra que devolva a minha autonomia em dizer o que desejo. Então, o silêncio se instala a centrifugar meus pensamentos e sentimentos. O barulho que fazem reflete na minha fisionomia que, sem um vocábulo dito, a curiosidade alheia se instala ao redor, pronunciando uma sentença antecipada. O sigo diante de todos apresentando-me na qualificação de réu e rei promíscuo embargado pela presunção de inocência. Vou do céu ao inferno e me sentencio ao silêncio ajuizador, que há de me impor a dor ou ausência dela, à alegria ou a tristeza, à felicidade revelada ou contida, ao pranto ou ao sorriso. Mas continuo na firmeza tranquila das ambiguidades e silêncios.
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